Não temais a dor libertadora!
Mestre Jesus

Filhos amados de Minh ‘alma!

As dores não são castigos divinos!

O Pai Misericordioso não pune seus filhos!

Suas Leis Magnânimas são universais e todas as criaturas, inevitavelmente, alcançarão a harmonia com o Criador.

A dicotomia entre vossas ações, contrárias às leis criadoras e mantenedoras da vida, é que provocam em vós o sofrimento.

Quando libertardes vossas consciências dos atavismos que vos conduzem às quedas, quando a rebeldia não mais comandar vossas ações e vossa alma afinizar-se com a Harmonia Universal do Amor, o sofrimento não mais existirá. Tereis alcançado, então, as Dimensões de Luz e Paz!

Avolumam-se os rancores e os ódios que reverberam em guerras e violência. Estancai o mal em vós, iluminai vosso íntimo onde a escuridão teima em sombrear-vos.

Vinde a Mim e Eu vos aliviarei do peso que vos oprime!

Eu sou o amor e vos conduzirei à regeneração!

Não temais a dor libertadora!

Minha paz vos deixo!

Meu amor vos sustenta!

Minha presença ilumina vosso caminho!

Eu sou Jesus!

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GESH

S. Jose'

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IMPULSO UNIVERSAL

IMPULSO UNIVERSAL
Amigos de caminhada,
Estou seguindo para o Brasil no dia 21 de setembro. Ficarei la' ate' 19 de dezembro. Estarei aprofundando o meu trabalho espiritual.
Postarei no nosso Blog, sempre que for possivel.
Sugiro reverem muitas das mensagens aqui publicadas, pois são preciosas para os tempos que vivemos hoje.
Fiquem todos com a Misericordia de Deus Pai.
Amorosamente,
Cassia

sábado, 15 de julho de 2017

A vida, filhos, não é dura. Duro, de verdade, somos nós mesmos, com os nossos sentimentos.

Que eu possa contribuir para a harmonia do Universo***
O QUE EXTRAÍMOS DA VIDA?
Mensagem do Mestre Serapis Bey
através de Thiago Strapasson

Meus irmãos,

Vocês, que andaram a caminho de si mesmos, que procuraram se descobrir, que não se recusaram a se enfrentar, que passaram pelas dores, pelas lutas da vida, andaram por caminhos tortuosos, muitas vezes sofreram, riram, divertiram-se, mas não deixaram de viver. Vocês, filhos, são aqueles que aprenderam os seus próprios limites, as suas limitações, mas também viram que têm muitos potenciais, muito a dividir, muito a se doarem.

Assim é a vida, ela foi feita para se viver cada dia, a cada simples desafio, a cada obstáculo do caminho. Muitos deles, tão simples, tão normais, mas que diante de nossas próprias restrições, se transformam em muros intransponíveis. Outros, verdadeiras montanhas à nossa frente, que passamos sem sequer dar muita atenção.

Como é a vida? É feita dessas experiências. Umas que já aprendemos a superar, e somos mestres nesses obstáculos, e podemos ensinar o caminho a outros que ainda tropeçam. Outras, que ainda precisamos de uma mão que se estenda diante de nós, para que possamos vivê-las com mais segurança.

Mas percebam, meus irmãos, como dos mais simples aos mais duros obstáculos da vida, todos estão a nos ensinar, todos estão a nos conduzir ao nosso próprio conhecimento. Porque o grande problema não está na situação, no obstáculo, no enfrentamento em si, mas sim no que a experiência nos gera em termos de sentimento.

Através das experiências aprendemos a superar não somente o obstáculo em si, mas também a nós mesmos. Saímos mais fortes, porque aprendemos a nos conhecer, a lidar com nossos próprios sentimentos, com nossas emoções. Assim nos tornamos mais equilibrados porque somos conhecedores de nós mesmos.

E nesse trajeto, nos deparamos com nossos irmãos, que muitas vezes, a partir de suas próprias restrições, projetam suas próprias dificuldades até os nossos dias, a tornar a nossa vida mais dura. Projeção essa que ressoamos e aceitamos, permitindo que ela se torne difícil, porque entramos no embate, enquanto poderíamos simplesmente compreender os nossos sentimentos e, então, perdoar, ter compaixão, irradiar amor.

A partir da nossa própria dor, compreendemos a dor daquele que nos coloca na situação de nos enfrentarmos. E assim vamos nos tornando os mestres da vida, os mestres das nossas emoções, daquilo que sentimos e de como reagimos. Assim somos mais fortes, mais confiantes.

Ao nos conhecermos, nos enriquecemos, aprendemos a cada dia o que sentimos diante de cada experiência. E aprendemos mais, a não permitir que os sentimentos nos controlem. Nos tornamos proprietários de nossas emoções, mas não porque lutamos a reprimi-las, e sim porque conhecemos o que esses sentimentos nos geram, como reagimos. O aprendizado não está em como lidar com o externo, mas sim em saber o que cada experiência nos gera. Eis a verdadeira lição da vida.

E então vamos nos tornando nossos próprios mestres, aqueles que se conhecem profundamente, que permitem que as emoções venham, porque elas já não nos controlam. Somos nós que olhamos os nossos sentimentos a dizer: “Venha aqui, meu caro amigo, que somos velhos conhecidos”.

É assim que passamos a nos ver, como um velho amigo, que se conhece profundamente. Que sabe com o que está a lidar.

Mas eu os pergunto: Como podemos nos conhecer, se estamos a nos esconder, a julgar os nossos sentimentos, a não aceitar aquilo que somos? Como, filhos, é possível viver sem estar pleno, integral diante da vida, sem estar entregue?

A vida, filhos, não é dura. Duro, de verdade, somos nós mesmos, com os nossos sentimentos. Escondemos a nossa verdade, deixamos de sentir, nos bloqueamos, e assim deixamos de ser integral, deixamos de nos conhecer, não nos entregamos à vida. Então a vida se torna dura, porque fugimos da nossa verdade. A vida é dura para aqueles que não se entregam, que não se conhecem, que não testam os seus próprios limites.

Observem, filhos, que aqueles que se desafiam, que a cada dia enfrentam uma nova dificuldade, estão sempre a ir adiante, a buscar a si mesmos. Já aqueles que se escondem, bloqueiam-se, são justamente os que caem na amargura, no ressentimento, na energia da mágoa, porque não aceitam terem sido desafiados, serem colocados diante de si mesmos, desnudos, sem máscaras. Isso dói, mas liberta. E aqueles que compreendem algo tão singelo, são livres, riem da vida e aprendem a cada dia com os seus próprios sentimentos.

Esses são aqueles que aprenderam a cair e levantar. Que já não se preocupam em se sentirem menores, porque desse sentimento tiram sua própria força para se reequilibrarem diante das experiências. Já não se apegam à sua própria perfeição. Tornaram-se mais simples, somente porque erram, e lidam com seus sentimentos diante de suas escolhas na vida.

Por isso é que a vida não foi feita para reclamarmos das experiências, para julgarmos, criticarmos aquilo que está diante de nós. Mas, sim, foi feita para aprendermos sobre o que sentimos, sobre o que acreditamos. E apenas no enfrentamento da vida é que a lição é aprendida em profundidade. É na lição da vida que aprendemos sobre nossos próprios sentimentos, sobre nossas reações diante das experiências.

No fundo, a busca é pela liberdade, mas não por sermos livres diante do mundo. E, sim, por nossa própria liberdade, de sentir tudo o que somos. A liberdade maior está nesse sentimento de permissão, onde os sentimentos vêm, passam, mas não nos dominam, eles não são repreendidos, não se transformam em revolta, em raiva, mas são vividos a partir do perdão, da compreensão e do amor.

Assim é a vida.

Estejam em paz

Serapis Bey

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Thiago Strapasson
http://www.pazetransformacao.com.br/2017/07/o-que-extraimos-da-vida-mestre-serapis.html#more  
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