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Impulso Universal

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domingo, 19 de fevereiro de 2017

ASHTAR SHERAN: A superfície da Terra é habitada por cerca de 7 bilhões de seres humanos, mas a Terra II ou mundo umbralino já chegou a ter dezenas de bilhões de consciências perdidas e aprisionadas por lá.

ASHTAR SHERAN, MEU COMANDANTE
O resgate planetário e os eventos da transição
Por Ernesto Shimabuco

Saudações, queridas águias!

Estamos no periodo de Carnaval aqui no Brasil e entraremos numa época de extrema importância para um recolhimento interno em que muitas Águias do Comando precisam fazer de forma consciente, como parte de um processo de purificação para a maioria destas almas guerreiras.

Entraremos numa fase onde as escolhas finais deverão ser feitas. O mês de maio está chegando e como foi revelado na Subida da Rampa, estaremos entrando numa nova órbita solar e Gaia estará em seu processo ascencional para a 5ª dimensão consciencial.

Para que o corpo físico de Gaia (Terra) possa estar vibrando na quarta dimensão física é necessário que a consciência dela vibre um patamar acima e em seguida a própria Deusa Mãe faça sua conexão com a 6ª dimensão onde sua consciência maior está ancorada.

Quando isso ocorrer e Gaia estiver vibrando simultaneamente na 4ª, 5ª e 6ª dimensão, a Terra deixará de existir na 3ª dimensão física. Esse será o maior paradigma que a humanidade irá se deparar. A vida na quarta dimensão será algo ainda inimaginável para a consciência humana atual.

Somente aqueles que estão trabalhando o seu processo ascensional, através da purificação dos seus corpos físicos e sutis em sincronia com a expansão de sua consciência será capaz de transpor os portais da Nova Era. Este evento será tão físico quanto o chão em que se pisa. A transição ocorrerá da forma mais natural possível.

Nesta transição planetária, Gaia, que durante éons vem se dedicando a servir de orbe para a experiência de almas da raça humana, alcançou a etapa em que deve avançar para o próximo ciclo da sua evolução natural.

A raça humana causou muitos danos em seu corpo físico assim como ocorreram interferências alienígenas negativas, por isto foi necessário a vinda de auxílio para que este orbe terrestre não fosse destruído pela insanidade da própria raça humana.

E é por isso que surgiu diante do mundo, o conhecimento sobre a existência do Comando Ashtar que veio com a missão de promover o resgate planetário e auxiliar Gaia e a Humanidade neste processo de transição, de harmonização e de limpeza, estabelecendo o equilíbrio para que as duas entidades pudessem encontrar um caminho amoroso e pacífico nesta mudança consciencial.

A humanidade em sua jornada terrestre criou um mundo paralelo onde vive suas paixões, desejos e apegos e é nesta criação que muitos se perderam ao longo de suas encarnações, ficando muitas vezes aprisionados dentro de um mundo de ilusões e fantasias. Da mesma forma como o mundo físico material é marcado por divisões de castas, classes, crenças e valores, assim foi criado este mundo subterrâneo, no ponto de vista espiritual.

Bilhões de almas se perderam neste labirinto e incrivelmente muitas consciências da raça humana decidiram morar lá e não voltarem mais ao plano físico em reencarnações futuras. Por questões de ódio, vingança, decepçção, suícidio, raiva, muitas pessoas foram parar nestas regiões que chamamos de mundo umbralino. É este mundo inferior criado pela própria raça humana que passei a denominar de Terra II.

A superfície da Terra é habitada por cerca de 7 bilhões de seres humanos, mas a Terra II ou mundo umbralino já chegou a ter dezenas de bilhões de consciências perdidas e aprisionadas por lá. A população umbralinha aumentou quase 10 vezes mais em relação ao mundo da superfície. Este mundo umbralino é composto por vários reinos governados por seres de elevados conhecimentos crísticos e anticrísticos.

Assim como é em cima é embaixo e o mundo umbralino também é dividido em várias dimensões, algumas com tão alto teor de negatividade que até mesmo alguns seres anticrísticos não conseguem suportar a pressão destes níveis mais inferiores, tão densa é a potência destrutiva que rege estes profundos abismos. A população destes mundos inferiores vivem sob total escravidão, prisão e tortura. O medo impera como mecanismo de controle.

Sob égide da luz, o Comando de Ashtar Sheran iniciou uma grande operação de resgate planetário incursando nestes mundos umbralinos e esta operação ficou conhecida como a Limpeza Planetária. O objetivo destas missões eram criar as condições para que o corpo de Gaia pudesse ser purificado, retirando das suas entranhas a contaminação e parasitas incrustrados em sua carne que se alimentavam de sua seiva, desvitalizando as energias do seu corpo.

Depois desta amorosa intervenção para o auxílio de Gaia, o comandante Ashtar Sheran passou a ser conhecido mundialmente, tornando-se também alvo da incredulidade dos mais céticos. Isto jamais o incomodou, para ele o que sempre foi prioridade é a missão que se incumbiu diante do Pai Criador frente ao chamado feito pelo Governador deste Universo Local, o amado Sananda Kumara.

O comandante Ashtar é reconhecido em todos os Universos Manifestados como o Príncipe da Paz ou o Embaixador da Paz, já que é sempre chamado para intermediar mundos em conflitos ou em guerras. É respeitado tanto pelas Forças Crísticas quanto pelas Forças Ancrísticas, pelas Frotas Confederadas e as Não Confederadas.

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Como conheci o Comandante Ashtar

Desde a minha infância já estava acostumado a ver naves e objetos não identificados nos céus noturnos de Brasília, depois de ter ganhado de presente uma luneta no meu aniversário. Era o meu hobby preferido até o começo da adolescência.

Não tinha nem noção do que eram UFOS ou OVNIS, pois era tão natural ver estes objetos brilhantes cruzando os céus, quanto admirar as estrelas durante a noite. As décadas de 60, 70, 80 e 90 foram ricas em conhecimento, aprendizado e descobertas sobre estes casos que foram considerados fenômenos ou fantasias de ficção cientifíca.

Somente a partir do ano 2001 depois de um novo avistamento em Marília/SP foi que passei a me interessar de forma consciente na pesquisa dos Ovnis. Havia reconhecido a nave que passou sobre mim, mantendo inclusive uma rápida conversa telepática com o comandante daquela nave. Até então desconhecia o Comandante Ashtar.

Mas foi no Japão que tive o primeiro contato consciente com o Comandante Ashtar quando ele me convidou a participar das operações de resgate. Este convite ocorreu logo depois do meu retorno da Ilha de Okinawa no ano de 2005, onde passei por uma série de experiências extrafísicas durante quase 10 dias, promovidas por uma de suas equipes de Comando.

E foi também naquele ano que tomei ciência de que era conhecido por eles como o "guerreiro Shima", e foi desta forma que passei a ser chamado pelos membros da Equipe e também pelo próprio Comandante. Desde então, comecei a receber instruções diretas sob o seu Comando que envolviam desde aquelas que se relacionavam às operações como também sobre as melhores formas de agir e atuar nestas missões interdimensionais.

Foi ele também que me trouxe as revelações sobre o meu passado como guerreiro quando eu desvendava parte da nossa história humana, acessando os registros akáshicos do passado e das ruínas das civilizações que existiram sobre a superfície terrestre. As incursões ao passado remoto eram feitas com a participação Dele, que narrava e relatava os detalhes de forma tão amorosa que aprendi a compreender as cenas que podiam gerar traumas negativos como visões chocantes de momentos de mortes e destruição ocasionadas por traições e desejos de vingança, constantes em nossa história planetária.

Uma Operação de Resgate que me marcou profundamente foi a da Indonésia e se relacionava àquela catástrofe que ocorreu em 26 de dezembro de 2004. Foram resgatados mais de duas centenas de milhares de seres que desencarnaram naquela situação. Foram dias seguidos de missões onde cada quadrante daquela região foi vasculhado milimetricamente, fazíamos mergulhos até na lama do fundo do oceano Índico. As cenas eram dolorosas, após a devastação que ocorreu causada pelos tsunamis que varreram a paisagem após um intenso terremoto.

Foi quando comecei a entender o comportamento de Gaia, o que ocorria com o seu corpo e o motivo de tantas mudanças em seu interior. Junto ao Comando Ashtar participei de várias missões pelo interior da crosta terrestre e muitas destas operações eram de procedimentos de cura, intervenções "cirúrgicas" em determinados pontos onde as feridas de Gaia eram graves, principalmente aquelas que tinham sido desencadeadas por artefatos nucleares.

Nas salas de comando das operações, podíamos acompanhar pelos painéis e monitores tudo o que ocorria lá embaixo e cada pergunta ou questionamento que surgia, era prontamente respondidos pelos membros da equipe do Comando Ashtar, ou mesmo pelo próprio Comandante. Mesmo quando não tinha missões programadas, me acostumei a ir lá na Nave para aprender mais e passar por novos treinamentos. Era interessante quando me levavam para as inspeções, estudos e pesquisas no interior da Terra.

Há naves laboratórios para este tipo de tarefa. Elas fazem rondas constantes em todas as regiões do nosso planeta, no mar, oceano, florestas, montanhas, vulcões, rios, fendas, túneis, cavernas, passando pelas aberturas subterrâneas e chegando até ao magma. No caso dos resgates, as operações sempre são acompanhadas por naves hospitais e outras naves pequenas que fazem a escolta e proteção. Sempre há uma entidade espiritual ou um guardião dos locais onde são feitas as missões e eles ajudam na condução e localização, intervindo para acalmar os que estão em pânico, assustados.

Outro caso que me chamou muito a atenção e que posso comentar, pois nem todos podem ser comentados por questão se segurança e respeito aos envolvidos, foram as operações de resgate durante a passagem do Furacão Katrina no sul dos Estados Unidos, em agosto de 2005. Foram executadas várias missões tanto no mar quanto em terra. No nível físico, naves extrafísicas fizeram inúmeras contenções para evitar que ocorressem vazamentos das plataformas petrolíferas. Eram dias e noites de tensão mas a presença constante do Comandante Ashtar propiciava a segurança e tranquilidade para que todas as operações fossem executadas com sucesso.

Os resgates de seres humanos eram somados ao dos reinos animais, da fauna marinha e foi neste evento que pude assistir aos resgates de entidades de outras raças planetárias, nesta ocasião tive a permissão de permanecer como observador dos atendimentos que eram realizados nas próprias naves. São seres amorosos, mas devido a sua aparência e tipo, muitos de nós se assustaria. Esta equipe participava ativamente dos resgates. Depois na triagem, os humanos eram encaminhados para outras naves hospitais do Comando Ashtar.

Na década de 90, ainda no Japão, sempre sentia a presença do Comando e nestes momentos eu recebia a assistência, proteção e amparo das equipes do Comando Ashtar, mesmo que naquela época ainda não os conhecesse de forma consciente, nem mesmo ao próprio Comandante. Naquela época desconhecia complementamente a existência Dele. E foi com surpresa que em 2003 passei a ter conhecimento de quem Ele era e qual era a sua missão. No começo, fiquei incrédulo e até fiz um julgamento errôneo e infantil sobre Ele, mas depois comecei a estudar e pesquisar tudo o que se referia a este Comandante e a sua Frota Estelar. Foram dias e meses nesta pesquisa intensa e profunda.

Interagia diariamente com estes irmãos estelares. Podia estar na fábrica ou em casa, lá eles estavam, me dando instruções, orientações e muita ajuda. Me alertavam sempre antes que ocorresse qualquer evento ou problema, inclusive alertando sobre os terremotos que eram frequentes lá no Japão. Uma vez, para um teste de verificação anotei todos os detalhes de um terremoto que ocorreria na região onde residia. E tal como estava registrado, aconteceu semanas depois, sendo noticiado na TV japonesa até com os números dos abalos e sua intensidade tal qual havia registrado no papel.

Desde então, sempre que é permitido passo lá na sala do comando da Nave para analisar e dar continuidade a certos estudos que faço frequentemente nas minhas pesquisas de campo. Cheguei a ter acesso até mesmo às imagens e ao percurso de um orbe que entraria na órbita solar e era muito mencionado aqui na Terra. Estudei muito sobre isto já que nos meus registros akáshicos tive acesso ao registro de algumas vidas em que este orbe causou uma série de catástrofes em nosso planeta. Os esclarecimentos feitos pelo Comandante Ashtar eram fundamentais para uma compreensão maior de cada caso.

E foi durante a minha estadia no Japão, que pude conhecer alguns membros das equipes do Comando Ashtar que haviam encarnado na Terra para realizar futuras missões relacionadas à Transição Planetária. Fui convidado algumas vezes para estes encontros no plano astral, onde eram realizados procedimentos de cura nestas pessoas que estavam projetadas (projeção astral), alguns eram conscientes mas a maioria ainda eram inconscientes. Todos eram jovens, com cerca de 16 a 20 anos. Os grupos eram separados por continentes. No europeu vi os jovens da Itália, França, Alemanha, Espanha, Portugal e Grécia.

São essas pessoas encarnadas que passei a denominar de Águias do Comando Ashtar.

Quando o Comandante Ashtar me instruiu para criar um Grupo de Trabalho no plano físico com o objetivo de ajudar no despertar da consciência, não hesitei e comecei a fazer os planejamentos. Junto com os projetos já organizados pelo meu querido mestre e mentor, foi ajustado também os trabalhos que originariam a Grande Missão ou a GM como ficou muito conhecida nos meios dos Trabalhadores da Luz.

Quando as atividades começaram a tomar rumo, fui autorizado a começar com este Grupo de Trabalho, as Operações de Resgate no plano astral, no nível umbralino. Para quem não conhece, o mundo umbralinho é a camada mais baixa do plano astral que possui outros níveis intermediários e superiores. É nestas camadas bem densas que quase tocam o plano físico, que as consciências desencarnadas ainda mantêm vínculo com o plano material, ocasionando um aprendizado marcado pelo caminho da dor e sofrimento.

Após as primeiras missões de resgates começamos a receber represálias das forças umbralinas que mantinham verdadeiros "campos de concentração" nos abismos e fendas, cavernas e grutas por onde iniciamos os resgates. Eram ataques diários de todas as formas imagináveis e inimagináveis. Situações bizarras, surreais e também repletas de técnica e ações magísticas. Com as baixas que passaram a ocorrer em nossas fileiras, sob a orientação do Comandante Ashtar criei o CAD, o Comando Águia Dourada que tinha a função e missão de investigar, planejar e organizar a segurança, a operação e a proteção do Grupo de Trabalho dos Resgates.

Então depois da criação do CAD, nossas operações de resgate passaram a ocorrer de forma mais intensa e rápida. Havia combates e confrontos com as forças trevosas e com as forças alienígenas negativas. Foram anos de batalhas e guerras. Eram dias e noites em missões de alta periculosidade devido à potência tecnológica, de conhecimento, de efetivo e de equipamentos que as forças trevosas utilizavam nestes combates, mas com treinamentos realizados junto ao Comando Ashtar, fomos aperfeiçoando cada vez mais nossas técnicas e estratégicas operacionais.

Apesar das inúmeras baixas entre nós, conseguíamos sempre reforçar nossos efetivos e treiná-los para as futuras operações e missões de resgates. Passamos também a atuar junto ao Comando Ashtar nas missões de ajuda e socorro a Gaia. Este foi um dos maiores aprendizados que o CAD adquiriu ao longo das missões de campo. E com outras unidades criadas para o apoio logístico do CAD foi possível atuar no processo de libertação e da ascensão de Gaia em suas várias fases e etapas.

Depois de muitas ações no mundo umbralino, entre vitórias e derrotas contra as forças anticrísticas, o CAD passou a alcançar êxitos em todas as suas missões, até naquelas que pareciam impossíveis de serem realizadas por pessoas encarnadas. Isto porque as ações no mundo umbralino necessitam de pessoas que tenham a consciência desperta, que sejam disciplinadas e determinadas em suas ações e conduta. Por isto este grupo é composto apenas pelas Águias que vieram do Comando Ashtar. Cada membro tem ciência e conhecimento de quem é e do porque está encarnado nesta vida atual.

O CAD passou a ser uma Unidade Confederada de Apoio Logístico do Comando Ashtar depois que suas ações ultrapassaram a órbita terrestre em missões de sustentação às atividades de outras Frotas Intergalácticas em missões na Terra. O comandante supremo da Grande Operação de Resgate Planetário é o Comandante Ashtar e o CAD fica sob o comando direto Dele quando é chamado a atuar. E foram milhares de horas em diversas missões extraordinárias. Mesmo quando voltamos feridos de algumas missões, tínhamos à nossa disposição a própria Enfermaria do seu Comando para nos socorrer e amparar.

Uma das atividades da Grande Missão é o processo de autoconhecimento, despertar da consciência e os treinamentos de conscientização sobre esta transição e os eventos planetários previstos para o nosso orbe terrestre. Para cada etapa vem sendo criadas as condições necessárias para expandir o conhecimento espiritual sobre o nosso estágio evolutivo e também, como expandir a nossa consciência para um novo patamar vibracional da terceira dimensão física para a quarta e quinta dimensões.

É inestimável a ajuda, as orientações, as instruções do Comandante Ashtar em sua missão na Terra, onde vários comandos criados com o auxílio de suas Águias conseguiram estabelecer no plano físico, as condições de sua manifestação e operação com mais eficácia e sucesso.

Suas ações em todos os campos do conhecimento humano, no processo da transição planetária, são uma contribuição pessoal do Comandante Ashtar para o sucesso da implantação do Plano Divino na Terra estabelecido pelo Amado Pai Micah.

Gratidão, Comandante Ashtar!
Gratidão a todo o Comando Ashtar!

Em amor e luz,
Paz na Terra!
Shima.
Namastê.

http://ernesto-shimabuko.blogspot.com/2017/02/ashtar-sheran-meu-comandante.html
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