Mensagem de Cristo/ Parte 2

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Amigos de caminhada,
Estou seguindo para o Brasil no dia 21 de setembro. Ficarei la' ate' 19 de dezembro. Estarei aprofundando o meu trabalho espiritual.
Postarei no nosso Blog, sempre que for possivel.
Sugiro reverem muitas das mensagens aqui publicadas, pois são preciosas para os tempos que vivemos hoje.
Fiquem todos com a Misericordia de Deus Pai.
Amorosamente,
Cassia

IMPULSO UNIVERSAL

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segunda-feira, 11 de abril de 2016

Parecer favorável ao impeachment de Dilma é aprovado em comissão da Câmara

Como já era esperado tanto pelo governo quanto pela oposição, a maioria dos deputados membros da comissão especial do impeachment na Câmara votou nesta segunda-feira (11) a favor do parecer do relator Jovair Arantes (PTB-GO), que defende a abertura do processo de afastamento da presidente Dilma Rousseff.

Em uma sessão que durou quase 10 horas, 38 deputados aprovaram o relatório e 27 se manifestaram contrários. O parecer segue agora para votação no plenário da Casa, prevista para começar na próxima sexta-feira (15) e durar entre dois e três dias.    

A votação foi realizada na última sessão da comissão especial, que se reuniu dez vezes desde 17 de março, data que o comitê foi instalado. A reunião de hoje teve quórum máximo, com a presença de quase todos os 65 membros titulares, além de dezenas de suplentes e deputados não membros.

http://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2016/04/11/comissao-vota-pela-abertura-de-processo-de-impeachment-contra-dilma-rousseff.htm

Como seria o julgamento pelo Senado?

O procedimento não é chamado de julgamento à toa: a Constituição estabelece que o presidente do Supremo Tribunal Federal deve comandar a sessão no Senado. Além disso, há protocolos como discursos da acusação e da defesa, assim como ocorre em um júri comum.
Segundo a Carta Magna, o presidente do STF deve fazer um relatório resumido da denúncia, das provas apresentadas pela acusação e da defesa antes que os senadores votem nominalmente – com direito a discurso, assim como ocorre na Câmara.
Seriam necessários os votos de no mínimo dois terços da Casa, ou 54 senadores, para que Dilma perdesse definitivamente o mandato.
Como resultado desse desfecho, o vice ocuparia o cargo até o fim do mandato e ela ficaria inelegível por oito anos.
Se o impeachment não recebesse os votos necessários, a presidente seria absolvida e retomaria suas funções.
http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2016/04/160411_impeachment_passos_ab
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