Não temais a dor libertadora!
Mestre Jesus

Filhos amados de Minh ‘alma!

As dores não são castigos divinos!

O Pai Misericordioso não pune seus filhos!

Suas Leis Magnânimas são universais e todas as criaturas, inevitavelmente, alcançarão a harmonia com o Criador.

A dicotomia entre vossas ações, contrárias às leis criadoras e mantenedoras da vida, é que provocam em vós o sofrimento.

Quando libertardes vossas consciências dos atavismos que vos conduzem às quedas, quando a rebeldia não mais comandar vossas ações e vossa alma afinizar-se com a Harmonia Universal do Amor, o sofrimento não mais existirá. Tereis alcançado, então, as Dimensões de Luz e Paz!

Avolumam-se os rancores e os ódios que reverberam em guerras e violência. Estancai o mal em vós, iluminai vosso íntimo onde a escuridão teima em sombrear-vos.

Vinde a Mim e Eu vos aliviarei do peso que vos oprime!

Eu sou o amor e vos conduzirei à regeneração!

Não temais a dor libertadora!

Minha paz vos deixo!

Meu amor vos sustenta!

Minha presença ilumina vosso caminho!

Eu sou Jesus!

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GESH

S. Jose'

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IMPULSO UNIVERSAL

IMPULSO UNIVERSAL
Amigos de caminhada,
Estou seguindo para o Brasil no dia 21 de setembro. Ficarei la' ate' 19 de dezembro. Estarei aprofundando o meu trabalho espiritual.
Postarei no nosso Blog, sempre que for possivel.
Sugiro reverem muitas das mensagens aqui publicadas, pois são preciosas para os tempos que vivemos hoje.
Fiquem todos com a Misericordia de Deus Pai.
Amorosamente,
Cassia

terça-feira, 22 de março de 2016

Nossos dias e tempos atuais estão nos proporcionando uma oportunidade para demonstrarmos a Divindade. “Nós faremos isto?”

A QUESTÃO DO SÉCULO:
SERÁ QUE IREMOS REALIZAR ISTO?
Mensagem de Neale Donald Walsch
22 de Março de 2016

Meus queridos.

O mundo nunca esteve com tanta turbulência quanto está hoje. Vidas individuais nunca pareceram tão tênues. A Jornada Humana nunca pareceu tão sem sentido.

E qual é o objetivo de tudo isto? , os seres humanos estão se perguntando. Por que se preocupar em viver, se a vida se refere a encontrar experiências tristes, opressivas e perturbadoras, a cada esquina?

Será que nada mais somos do que uma espécie de seres sensíveis, investindo cegamente e cheios de fúria homicida, explodindo bombas sob a terra para provar a nossa invencibilidade, terminando com as vidas de outras pessoas, através de injeções, para demonstrar a nossa justiça, permitindo que centenas de crianças no mundo morram de fome a cada hora, enquanto defendemos uma economia global que beneficia um décimo da população do planeta?

Será que perdemos a nossa mente coletiva ao pensarmos que a maneira de parar a violência armada é que todos no mundo carreguem uma arma?

Será que perdemos a nossa vontade coletiva ao não encontrarmos nenhuma maneira de parar a guerra nos dias de hoje, criando refugiados em crise e milhões de desabrigados?

Será que reduzimos os nossos padrões coletivos quanto a acharmos realmente preferível que a divisão, a grosseria, os insultos e a intimidação verbal se tornem a marca da liderança política?

É para isto que viemos? Armas em punho, bombardeios, ataques verbais violentos a grupos ou pessoas, agressões e tiranos fortemente armados que desafiam aqueles que defendem o que é gentil, pacífico e amoroso?

Apreensão e medo, incerteza e frustração nunca foram sentidos de forma tão profunda por mais pessoas, em mais momentos de suas vidas, como neste dia. Até o presente momento, estas emoções estão impulsionando o ciclo eleitoral nos Estados Unidos. Eles estão conduzindo a violência vista em todo o mundo e criando embaraços no coração coletivo da humanidade.

Não há nada a ser feito. Será que as nossas vidas individuais e pessoais nada mais são do que uma série de melhores respostas que podemos reunir para os piores cenários que encontramos?

Gostaria de sugerir que isto não tem que ser assim. Quero sugerir que há um caminho fora desta caixa em que parece que fomos coletivamente arrastados – ou em que fomos agrupados.

A resposta é a de expressarmos de forma coletiva, na medida em que é humanamente possível, a nossa Verdadeira Identidade. A Vida está nos convidando a anunciarmos e declararmos, expressarmos, experienciarmos, e cumprirmos a próxima e maior versão da maior visão que já mantivemos sobre Quem Nós Somos.

Foi-nos disto, nas Conversas com Deus, que somos, cada um de nós, a Individuação do Divino. Se isto for verdade, nossos dias e tempos atuais estão nos proporcionando uma oportunidade para demonstrarmos a Divindade.

Não será fácil. Não é nem mesmo fácil em nossa própria cozinha, em nossa própria sala, em nosso próprio quarto, muito menos na área mais ampla do que chamamos de nosso próprio mundo. No entanto, asseguraram-nos de que isto é possível. Outros já o fizeram. E muitos outros caminharam para isto. E até mesmo a tentativa de oferecer esta demonstração – até mesmo percorrendo um quarto do caminho ali... um sexto do caminho ali.... um décimo do caminho ali... um centésimo do caminho até lá – poderia mudar o mundo.

Devemos aceitar neste convite, a partir deste dia em diante, a pergunta: “Mas o que alguém pode fazer?” Mas esta pode ser sem efeito ou valor. Haveria apenas uma pergunta restante: “Nós faremos isto?”

Com Amor,

Neale

 Fonte: http://www.cwg.org/
Tradução: Regina Drumond
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