Não temais a dor libertadora!
Mestre Jesus

Filhos amados de Minh ‘alma!

As dores não são castigos divinos!

O Pai Misericordioso não pune seus filhos!

Suas Leis Magnânimas são universais e todas as criaturas, inevitavelmente, alcançarão a harmonia com o Criador.

A dicotomia entre vossas ações, contrárias às leis criadoras e mantenedoras da vida, é que provocam em vós o sofrimento.

Quando libertardes vossas consciências dos atavismos que vos conduzem às quedas, quando a rebeldia não mais comandar vossas ações e vossa alma afinizar-se com a Harmonia Universal do Amor, o sofrimento não mais existirá. Tereis alcançado, então, as Dimensões de Luz e Paz!

Avolumam-se os rancores e os ódios que reverberam em guerras e violência. Estancai o mal em vós, iluminai vosso íntimo onde a escuridão teima em sombrear-vos.

Vinde a Mim e Eu vos aliviarei do peso que vos oprime!

Eu sou o amor e vos conduzirei à regeneração!

Não temais a dor libertadora!

Minha paz vos deixo!

Meu amor vos sustenta!

Minha presença ilumina vosso caminho!

Eu sou Jesus!

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GESH

S. Jose'

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IMPULSO UNIVERSAL

IMPULSO UNIVERSAL
Amigos de caminhada,
Estou seguindo para o Brasil no dia 21 de setembro. Ficarei la' ate' 19 de dezembro. Estarei aprofundando o meu trabalho espiritual.
Postarei no nosso Blog, sempre que for possivel.
Sugiro reverem muitas das mensagens aqui publicadas, pois são preciosas para os tempos que vivemos hoje.
Fiquem todos com a Misericordia de Deus Pai.
Amorosamente,
Cassia

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

O Papa Francisco confessa a própria «admiração» pela China e pelo seu povo.


ENCONTRO ATRAVÉS DO DIÁLOGO
ENTREVISTA DO PAPA FRANCISCO AO JORNAL "ASIA TIMES".

O Papa Francisco confessa a própria «admiração» pela China e pelo seu povo.

«Para mim, foi sempre um ponto de referência de grandeza, um grande país, aliás mais de que um país, uma grande cultura com uma sabedoria inesgotável»

Evocando a experiência do missionário jesuíta Matteo Ricci, o Pontífice afirma que hoje «é necessário entrar em diálogo com a China», uma terra «abençoada com muitas coisas». O mundo ocidental e o oriental têm a «capacidade de manter o equilíbrio da paz e a força para o fazer». Com a condição de que se ponha de lado o medo (que nunca é «um bom conselheiro») e se aceite o «desafio» do diálogo.

E a igreja católica «tem o dever de respeitar com a “r” maiúscula» uma civilização como a chinesa, que representa «uma síntese de sabedoria e de história».

Na conclusão, o Pontífice envia os «melhores votos e saudações ao presidente Xi Jinping e ao povo inteiro» por ocasião do novo ano chinês que inicia no dia 8 de Fevereiro.


Fonte: L’Osservatore Romano
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