Oracao

Musica do blog





Total de visualizações de página

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

O autoconhecimento é um processo lento que pede...



Autoconhecimento
Elisabeth Cavalcante

O autoconhecimento é um processo lento que pede, antes de tudo, confiança. A espera necessária para alcançar aquilo que buscamos - uma profunda consciência acerca de quem, de fato, somos - só será suportada se existir dentro de nós a confiança de que a semente inevitavelmente germinará.
Se não estivermos preenchidos por essa certeza, nenhum resultado poderá ser obtido e desistiremos diante do primeiro obstáculo que surgir. E eles serão muitos, pois a mente nos coloca inúmeras armadilhas para nos convencer de que viver sob seu domínio é a única forma de existência possível.
A confiança, porém, não pode vir acompanhada de ansiedade ou expectativa, porque estas constituem os principais entraves para um estado de relaxamento e paz. Aqueles que já se encontram nesse caminho, sabem que ao invés de ansiar pelo resultado final, devemos usufruir de cada instante que vivermos durante essa jornada, pois ela em si já se constitui numa grande bênção.
Se focarmos nossa energia na ânsia por obter algum resultado, certamente deixaremos de enxergar os momentos preciosos que a vida vai colocando em nosso caminho. A serenidade e a alegria são os principais critérios para sabermos se estamos de fato no caminho de volta para nosso verdadeiro ser.
Quanto mais preenchidos por estes sentimentos nos mantivermos, mais perto estaremos da fonte original de onde eles emanam: o divino, a dimensão onde o ego e a mente perderam todo o poder e somente a consciência de uma profunda união com tudo o que existe permanece.
Da observação à não-mente
... Uma vez que um homem esteja em um estado de não-mente, nada pode desviá-lo de seu ser. Não há poder algum maior que o da não-mente. Nenhum mal pode ser feito a tal pessoa.
Nenhum apego, nenhuma cobiça, nenhuma inveja, nenhuma raiva, nada pode surgir nele. A não-mente é absolutamente um céu puro, sem qualquer nuvem.
Existe uma lei intrínseca: pensamentos não têm vida própria. Eles são parasitas; eles vivem na sua identificação com eles. Quando você diz, 'eu estou com raiva', você está despejando energia vital na raiva, porque você está ficando identificado com ela.
Mas quando você diz: 'eu estou observando a imagem da raiva na tela da mente dentro de mim', você não está mais dando qualquer vida, qualquer alimento, qualquer energia à raiva. Você será capaz de vê-la porque você não está identificado, a raiva é absolutamente impotente, não tem qualquer impacto sobre você, não muda você, não afeta você. Ela é absolutamente oca e morta. Ela passará e deixará o céu limpo e a tela da mente vazia.
... E uma vez que você começa a se mover no caminho certo, o seu êxtase, as suas belas experiências vão se tornar mais e mais profundas, mais e mais amplas, com novas nuances, novas flores, novas fragrâncias.
... Esses são os caminhos e o critério de como escolher: se você se move em algum caminho, usa alguma metodologia e isso lhe traz alegria, mais sensitividade, torna-o mais observador e lhe dá uma sensação de imenso bem estar, esse é o único critério de que você está indo no caminho certo. Se você estiver se tornando mais miserável, mais raivoso, mais egoísta, mais ambicioso, mais luxurioso, estas são as indicações de que você está se movendo num caminho errado.
No caminho certo, a sua felicidade irá crescer dia após dia e suas experiências de belas sensações irão tornar-se tremendamente psicodélicas, muito coloridas, com cores que você nunca viu no mundo, com fragrâncias que você nunca experimentou. Então, você poderá seguir no caminho sem qualquer medo de que possa estar indo errado...
... A meditação com certeza leva à não-mente, assim como todo rio se move em direção ao mar, sem qualquer mapa, sem qualquer guia. Todo rio, sem exceção, finalmente, alcança o oceano. Toda meditação, sem exceção, finalmente, alcança o estado de não-mente.
... Não-mente é uma palavra simples, mas ela significa exatamente iluminação, liberação, liberdade de todas as escravidões, experiência de imortalidade.
Essas são palavras grandiosas e eu não quero que você fique assustado, por isso eu uso uma palavra simples, não-mente. Você conhece a mente... e você consegue conceber um estado em que essa mente esteja sem funcionamento.
Uma vez que esta mente esteja sem funcionamento, você se torna parte da mente do cosmos, da mente universal. Quando você é parte da mente universal, a sua mente individual funciona como uma bela serviçal. Ela terá reconhecido a mestra e ela trará novidades da mente universal para aqueles que ainda estão presos à mente individual.
Quando eu estou falando para vocês, é na verdade o universo que está me usando. As minhas palavras não são minhas palavras, elas pertencem à verdade universal. Esse é o poder, o carisma e a magia delas."
OSHO - Satyam, Shivam, Sundram - tradução: Sw.Bodhi Champak


Elisabeth Cavalcante  é Taróloga, Astróloga,
Consultora de I Ching e Terapeuta Floral.

As emoções, na verdade, são grandes oportunidades...



Seja sincero. Boa parte da vida você aprendeu que devemos dar mais valor à razão do que à emoção. O ideal é saber separar a vida pessoal da profissional. E também sempre lhe disseram que os sentimentos deviam ser controlados e expressados de forma cuidadosa. Assim como eu, você já deve ter sentido uma enorme alegria em um dia qualquer, mas sei lá, é meio chato ficar demonstrando isso no trabalho, especialmente se o ambiente for meio sisudo, concorda? Então, logo por meio dessa introdução você e eu já quase concordamos que o negócio é deixar as emoções e os sentimentos de lado e focar naquilo que realmente interessa, certo?
Errado, muito errado na visão dos autores David R. Caruso e Peter Salovey, ambos da Yale University. Na obra "Liderando com Inteligência Emocional", publicada pela editora M. Books, os professores afirmam que as emoções são fontes de dados e absolutamente necessárias para a tomada de boas decisões. Elas são também fatores determinantes de sucesso na condução da sua carreira.

O livro expõe um esquema emocional fácil de usar e dividido em quatro etapas:
1. Identificando as próprias emoções e as alheias;
2. Utilizando as emoções no dia-a-dia e na solução de problemas;
3. Compreendendo as emoções para descobrir suas causas e formas de melhorar sua atuação no futuro;
4. Administrando as emoções, ou seja, aprender a usar os sentimentos a nosso favor nas mais variadas situações e inclusive a modificá-las de acordo com a ocasião.

O livro traz embasamento científico e vários exercícios. Também está longe de ser confundido com um manual de auto-ajuda. Observe a seguir como aquelas emoções que consideramos negativas, podem ser na verdade benéficas, desde que bem utilizadas.
A ansiedade sempre foi vista como um grande causador de stress e até de doenças. Na verdade, ansiedade em demasia faz muito mal à saúde. Contudo, na dose certa ela nos obriga a buscar novas decisões, analisar outros rumos e nos mantém alertas. O problema maior com a ansiedade é que o seu excesso gera preocupação em demasia e a sensação de que as coisas nunca chegam a um ponto ideal, consumindo grande parte de energia. Porém, a sua falta torna a pessoa totalmente relapsa. A ansiedade é um sentimento que não deve ser relegado a um segundo plano, mas controlado.
A famosa raiva é outro sentimento que queremos evitar a todo custo. Mas você já percebeu que a raiva normalmente surge diante das situações em que a injustiça predomina? A raiva é fundamental para detectarmos ações que não estão certas, ou que ferem os valores de uma boa convivência. Não querer sentir raiva de algo ou de alguém é como ir contra a própria natureza humana. A raiva ajuda a combater uma ameaça percebida e nos dá energia para corrigir uma situação injusta. Agora, sentir raiva e usá-la para uma situação positiva é uma coisa totalmente diferente de tornar-se uma pessoa raivosa que explode por qualquer coisa. Ninguém gosta de trabalhar com pessoas raivosas e descontroladas e nesse caso, é necessária a ajuda de um profissional.

O bom humor e o otimismo, todo mundo sabe, ajudam a enxergar com novos olhos situações que a princípio apresentam-se negativas, a enfrentar diversidades e a superar problemas. Mas esses dois amiguinhos, quando em excesso, nos tornam dispersivos, deixam-nos fora da realidade, utópicos e até mesmo tiram nosso foco em determinadas situações. Não dá para ficar de bom humor quando um projeto está com o cronograma todo atrasado. O bom humor excessivo nos torna desatentos aos detalhes, fazendo-nos imaginar que tudo está bem, quando na verdade não está. Por outro lado, o bom humor e o otimismo são características fundamentais para a carreira de vendas, por exemplo.

Como vimos, podemos ficar o dia inteiro dissecando e conversando sobre os mais variados sentimentos como: medo, confiança, felicidade, tristeza, surpresa, depressão, entre tantos outros. O importante é aprender que todos eles podem ser maléficos ou benéficos de acordo como são utilizados. O segredo, segundo os autores, é "ajustar o seu estilo de pensamento à emoção". É preciso aprender a relacionar os sentimentos às circunstâncias que vivenciamos.

Ignorar os próprios sentimentos e as emoções alheias pode ser a fonte das más decisões, por isso analisar as circunstâncias em que surgem é fundamental. É claro que devemos aliar razão e emoção. A atitude analítica é fundamental na tomada de decisões, mas podemos começar a partir de agora a exterminar de vez o preconceito em relação aos sentimentos no trabalho. As emoções, na verdade, são grandes oportunidades para que se possa extrair o melhor de cada pessoa, aliando o sentimento ao momento e assim aumentar as chances de sucesso e a motivação de uma equipe.


Paulo Araújo é palestrante e escritor.

Hoje, desejo que meu caminho nesta vida ...



Um novo ciclo
por Lidiane de França

Passou mais um ciclo e quero deixar registrados inúmeros momentos de alegria e serenidade, no entanto, ficou a percepção nítida de que cada vez mais é preciso despertar.
Aguarda-me uma nova etapa, com diversas trajetórias: serviço constante, de disponibilidade total, enfim, de profunda sintonia com a Unidade... Um caminho repleto de muita Luz, Amor e de Conhecimento.
Hoje, desejo que meu caminho nesta vida seja exatamente esse: elevar minha Alma ao verdadeiro e pleno sentido da Vida, sempre permanecendo conectada com o Todo. Preciso, portanto, agradecer a cada ser de Luz que caminhou comigo, lado a lado, e até mesmo a todos que, ainda que não estivessem necessariamente ao meu lado, contribuíram para deixar o Universo um lugar melhor.
A maioria dos seres humanos busca realmente se aperfeiçoar, sabemos que essa caminhada é quase sempre repleta de obstáculos, ora pequenos, ora maiores; por diversos motivos, no entanto, muitos se deixam levar pelo cansaço e desanimam.
Meu desejo neste novo ciclo é ajudar aos que desejam ser ajudados, doar minha humilde contribuição de amor e esperança, porque muitas vezes os vários questionamentos se manifestam em nossa mente e, quando isso acontecer, temos que estar preparados para procurar descobrir as respostas para cada uma delas. E quem não tem essas respostas, como se prepara? Como saber se realmente são as respostas corretas?
É simples, será fácil se estivermos conectados com o TODO.
E se porventura não conseguirmos, também é simples: faça sua oração, sua meditação ou peça a presença d'Ele, deseje estar perto, porque sua a manifestação será pontual e efetiva.
A missão de cada um é peculiar, a ajuda é permanente, muitas vezes nos chega sem pedirmos, pois o Universo conspira e dá aquele empurrãozinho necessário. Precisa apenas estarmos atentos, recebendo tal dádiva com agradecimento, carinho e sem orgulho.
Há os que discordarão, mas se prenderem a respiração, sentirão que sempre tivemos algum tipo de ajuda. Pense bem, reflita e verá que tudo o que temos nesta vida é de graça, foi doado e que se algum dia o ar vier a faltar, seremos extintos em curto espaço de tempo. Se a luz do dia não aparecer nem sequer por um dia, não seremos mais os mesmos... É fato, temos tudo que nos é necessário e não podemos desistir tão facilmente diante de um obstáculo, seja ele grande ou pequeno.
Uma dica: não tente pular a pedra, ou passar por cima, apenas dê um passo para o lado e avance por todas que você cruzar pelo caminho.
Jamais desista, também não permita que lhe façam desistir. Assuma sua vida com total controle, pois a parte mais difícil foi respirar após as palmadas do médico ao nascer. Tudo o que aconteceu depois disso foi aprendizado atrás de aprendizado. Todos sabemos que não foi fácil chegar onde estamos. Mas, esteja onde você estiver, somente você conhece na intimidade sua história e somente nós, donos de nossas vidas, é quem poderemos dar o passo para o lado, em vez de subir ou pular aquela pedra.
Sempre podemos mudar de direção e sairmos vencedores frente aos obstáculos, sem corrermos o risco de alguma lesão ou fratura.
Mesmo diante do mais lamentável acontecimento, como por exemplo, a reintegração de posse da Favela do Pinheirinho em São José dos Campos, onde pessoas que se intitulam "Deuses da Justiça", autorizaram a retirada violenta e injusta de milhares de famílias de seus lares, manifestando desta forma um anacrônico e absoluto poder em suas mãos... mesmo diante dessas dolorosas cenas, dou o meu passo à direita, estando presente em espírito ao lado de todos eles; fazendo minha parte, enviando Amor e Luz, pedindo ao Senhor que não desampare nenhum deles, doando minha energia, minha força vital para que não desanimem.
Sim, porque somos todos irmãos.
Quero pedir a cada amigo, do mais próximo, àquele com o qual nunca troquei um olhar, que ao final da leitura, envie suas boas energias e amor; faça a conexão com o Universo em prol dos que neste momento estão desesperados e desamparados.
Somos vencedores, os únicos protagonistas de nossas histórias de sucessos, temos o direito de sermos felizes e não podemos mais permitir a dor e a tristeza dos outros, sem fazer algo a respeito; temos a obrigação de ampará-los e podemos ajudar com boas vibrações, desejando que aquela situação seja passageira, visualizando nossos irmãos em uma condição melhor e felizes. Sim. Basta apenas a intenção para que a ação se manifeste!

Faça as pazes com seus desafios.


Faça as pazes com seus desafios
por Maria Silvia Orlovas

Você já deve ter lido a frase que diz que a grama do vizinho é sempre mais verde. E já pensou sobre isso? Por que será que olhamos a vida do outro achando que é mais feliz?
Acho que infelizmente pensamentos superficiais tomam conta da maioria das pessoas. Alguns exibem uma falsa felicidade para se afirmarem e outros compram esta idéia porque aceitam a condição de vítimas, já que a vítima precisa afirmar sua condição infeliz.
São aprisionamentos, condições obscuras da mente. Pois pensar que podemos mudar nosso destino, resgatar nossos karmas com alegria dá muito trabalho e, de fato, tenho que concordar que mudar a forma de ver a vida exige esforço no aprendizado. Mas confesso para você, amigo leitor, que não quero mais ficar reclamando da vida, dos políticos, da injustiça da sociedade. Porque já descobri que isso não muda nada.
As pessoas não mudam sua atitude porque as criticamos. Os governos não mudam porque não concordamos. As coisas só mudam quando a gente muda, quando arregaçamos as mangas e trabalhamos com afinco na mudança do nosso pequeno mundo, e se muitas pessoas fizerem essa reforma interior e assumirem para suas vidas essa mudança de postura, com certeza, toda a sociedade sofrerá esse impacto favorável.
Poderia aqui criticar o descaso com a educação, a necessidade de uma mudança na saúde pública e tornar esse artigo um desabafo político, mas de que isso iria adiantar? Talvez algumas pessoas concordassem comigo, mas seria mais uma reclamação vibrando num mundo de pessoas descontentes, mas prefiro focar a minha atenção e chamar você para olhar e refletir sobre o que lhe faz feliz.
Aliás, essa é uma boa pergunta para você fazer para si mesmo: o que lhe faz feliz? O amor de alguém? A atenção que recebe? O carinho? Uma mesa farta? Um local bonito, com boa energia para descansar? Um abraço apertado?
Certamente, somos felizes quando nos sentimos aceitos, amados, respeitados, queridos e para isso precisamos do apoio, da aceitação, do compartilhar com as pessoas. A felicidade nasce em nós, no nosso interior, mas quando vem para fora é para ser trocada, compartilhada com alguém. E não me refiro apenas a um par romântico, apesar dessa troca ser muito boa.
Precisamos do outro de forma geral, do amigo, do irmão, do sorriso do colega. Precisamos do bem do mundo a nossa volta. Precisamos ver e talvez caminhar pela grama do vizinho e se ela estiver muito linda, muito verde, melhor! Porque se ele é nosso vizinho significa que a nossa casa se enfeita com a bela vista. Por isso, faça de uma vez por todas as pazes com seus desafios e os enfrente. Não para uma briga, mas com coragem de analisar o que lhe acontece com o objetivo de mudar, de crescer e de vencer aquilo que limita sua felicidade. E se a felicidade amanhã não será possível porque as coisas estão muito complicadas para você, programe-se para ser mais feliz na próxima semana, no próximo mês, mas não adie muito essa felicidade porque a vida é sua, mas o tempo é de Deus, e só ele sabe o dia em que você não estará mais por aqui, nem para reclamar, nem para ser feliz!

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

2012 é um ano de ponto de mutação, não importa o que aconteça em nosso caminho, em qualquer nível na vida.




RECLAMANDO EM 2012
Uma mensagem de Gillian MacBeth-Louthan

  Nos últimos meses temos sido inundados por reclamações de pessoas ranzinzas. Eu tento ver tudo na minha vida como uma bênção e um ensinamento, não importa a forma ou a cor da aprendizagem. Eu sempre olho primeiro para mim mesma, para ver o que eu possa estar refletindo a partir da pessoa / situação e depois faço o máximo possível, da forma mais humana, para abençoar a pessoa e situação. As pessoas estão zangadas e tristes, e se sentem traídas. Todos estão apontando um dedo afiado com quatro dedos voltados para si mesmos. Línguas bifurcadas transformaram-se em colheres, servindo a justiça em uma forma verbal tóxica.
Eu tento culpar as energias impessoais irritadas, o tempo, a lua cheia, a política, o preço da gasolina ou a Bossa Nova. Não importa o que há de bom, há sempre algo ruim. É exaustivo assistir. Eu trabalho duro de verdade para me manter equilibrada em um lugar de harmonia todos os dias. Eu faço minhas orações e falo meus mantras ao dirigir por estradas no sopé do monte Smokey, e logo que eu chego ao “mundo real” a viagem começa. Como montar um touro de salto alto e colocar rímel com um par de gêmeos em seus braços, ao preparar um jantar para seus sogros. Ficar de pé sob a luz, no centro do picadeiro do circo, não é para aqueles de natureza fraca.
2012 é um ano de ponto de mutação, não importa o que aconteça em nosso caminho, em qualquer nível na vida. É um ano para ser respeitado e observado bem de perto. Cada pensamento conta. A luz e a escuridão contam cada voto seu e não estou falando de política. Quando vocês reclamam, vocês estão envenenando seu futuro. Quando andamos por aí resmungando e reclamando estamos chamando mais desse veneno para cada parte da nossa vida. Quando reclamam de uma dor, vocês estão chamando mais dor. Tentem fazer todas as coisas sem resmungar, buscar falhas ou reclamar. Vejam o bem em cada situação e sejam gratos. Encontrem alguma razão no seu dia para agradecer - isso vai ajudar a diluir o tipo de queixa que cria o veneno em seus corpos e em suas vidas.
Há sempre algo sobre o que reclamar, mas vocês precisam procurar muito para encontrar o que há para serem gratos. Vejam o bem em torno de vocês – sejam aqueles a fazer a diferença. Deixem que Deus e o Universo lutem contra vossas injustiças. Até que vocês estejam em um ponto de gratidão bem onde estão, Deus não vai ajudá-los a mudar essa situação. Sejam gratos pelo que está certo em vossa vida, em vez de se queixarem sobre o que está errado nela. Façam todas as coisas sem reclamar e vocês verão a magia e milagres em sua vida se multiplicarem. Quando vocês estiverem com dor ou preocupados, imediatamente encontrem uma razão para gratidão sobre algo em vossas vidas. Esses pensamentos os levam a uma vibração mais elevada que os ajudará e demoverá de qualquer situação negativa. Olhem para o copo meio cheio, não para a água derramada sob a ponte.


www. thequantumawakening@hughes.net
Tradução: Luciana Pellegrini

Viva de forma que aqueles que estejam perto de você respirem a paz.


DE VOCÊ PARA VOCÊ

Muitas e muitas pessoas gastam suas vidas numa impressão eterna de passar pela vida sem viver.
Agrada-se aos pais, irmãos, amigos, namorado(a), marido, esposa. Se as pessoas que amamos estão felizes, está tudo bem. Não! Não é bem assim! Se não estamos bem é que não está tudo bem!
Agradar aos outros, fazer pelos outros, dar de si sem contar, sem esperar de volta o que dizemos que a vida oferece naturalmente faz parte da nobreza do nosso caráter, mas não deve ser sinal da nossa fraqueza.
Há alguém que existe além do outro: nós!
O que Deus nos pede não é uma vida de renúncias, como se não mais existíssemos, não fôssemos importantes, não tivéssemos, nós também, necessidades que devem ser preenchidas.
O carinho que damos é o mesmo que precisamos. A atenção que oferecemos é a mesma que carecemos.
Amar o outro não é esquecer-se de si, é simplesmente amá-lo. E se esse amor exige de nós a aceitação de coisas que ferem nossa alma, é que algo está errado.
Deus não criou pessoas para servirem e outras para serem servidas. Ele criou todas as pessoas à sua imagem e semelhança, com desejos de dar e receber, como Ele mesmo. Ele nos dá um amor incondicional e nos ofereceu salvação, mas em troca pede que estejamos perto dEle.
Como podemos oferecer a felicidade e paz a alguém se nosso coração está morrendo?
O amor ao outro não deve desgastar-nos, mas completar-nos.
E de você para você, digo:
Deus não quer migalhas de você, um ser destruído e com a impressão de não ter tirado da vida as melhores coisas.
Deus quer você completo, pois é somente estando bem que poderá fazer o bem.
Eu disse e digo uma vez mais: ame-se!
Ame-se o bastante para pôr-se de pé, para erguer a cabeça, para não aceitar viver uma vida de resignação sem função de pessoas que não dão o mínimo valor ao que você é, ao que você pode ser.
Ame-se ao ponto de poder olhar-se no espelho e ficar feliz com o que vê. Se isso ainda não acontece, vire a vida de cabeça para baixo, cuide da sua saúde física, mental e espiritual, cuide da sua aparência... coloque um enorme sorriso no rosto!
Afaste-se do mal, das armadilhas onde você inevitavelmente poderá cair, dos perigos que poderão fazer com que se perca. As velhas mágoas matam muito mais a você do que a quem te magoou, porque é você quem as carrega: aprenda a passar por cima.
Você pode perder muitas coisas na vida, mas perderá tudo, se perder a sua auto-estima, seu amor-próprio.
Nosso corpo é o templo do Espírito Santo de Deus. Que tipo de lar tem você para oferecer Aquele que te formou?
Viva de forma que aqueles que estejam perto de você respirem a paz, percebam a luz e desejem estar eternamente na sua presença. Deus também possui esse desejo.

Maria Jose' Rezende

Quando perceber que está triste, com depressão, revoltado com as pessoas...


Livre-se do passado

Para aprender a viver o momento presente é importante perceber o que estamos pensando. É essencial este autoconhecimento: detectar como são nossos pensamentos para dissolver os padrões emocionais errôneos. Precisamos começar a observar nossa mente, ser a testemunha de nossos sentimentos. A ansiedade, o estresse, a preocupação, todos os tipos de medo são causados por pensar em excesso no futuro e por não estar vivenciando o momento presente. Os sentimentos de culpa, tristeza, arrependimento, amargura, incapacidade de perdoar são causadas pelo excesso de passado. Assim quando perceber que está muito ansioso, preocupado, com estresse, com medos, observe seus pensamentos ligados ao futuro, corte-os na raiz e substitua-os por pensamentos do momento presente. Procure se focar no que está fazendo, com a mente mais concentrada e tranquila.
Quando perceber que está triste, com depressão, revoltado com as pessoas ou acontecimentos, remoendo lembranças dolorosas do passado, dissolva esses pensamentos e sentimentos negativos vivenciando o momento presente. Todas as transformações que podemos fazer para melhorar nosso futuro estão no aqui e no agora. O presente tem o poder de nos libertar da preocupação com nossos problemas. O único lugar, onde pode ocorrer a verdadeira mudança, onde podemos dissolver o passado e ficarmos livres da ansiedade do futuro, é no agora. O agora, o momento presente tem muito poder. Podemos ser felizes agora, e não em um futuro longínquo e ou em um passado ilusório. Achamos que nosso sofrimento e nossos problemas dependem apenas dos acontecimentos ou das pessoas. E, muitas vezes isso é verdade, mas apesar de tudo que nos acontece, podemos ser mais felizes se soubermos como lidar com a disfunção básica da mente: o apego ao passado e ao futuro; e o não vivenciar o momento presente. Mesmo que todos os nossos problemas fossem resolvidos, se não estivermos mais presentes e mais conscientes no agora, outros problemas irão surgir, como uma sombra a nos seguir aonde formos.
A vida perde o frescor, a vibração quando ficamos presos nos velhos padrões de pensamento, emoções, sentimentos do passado ou ficamos alimentando expectativas em excesso pelo futuro. A chave para alcançar suas metas, realizar seus desejos, ser mais livre e autoconfiante é estar no presente. Este momento é o resultado de coisas que aconteceram no passado. E nos tornamos infelizes se ficamos presos a isto, não aceitando a situação presente. Você não pode ser feliz no passado, por isso livre-se do passado.

Por: Marcelino Tomkowsky

domingo, 29 de janeiro de 2012

Aqui estão doze princípios que descrevem a consciência da Nova Realidade.


DOZE PRINCÍPIOS PARA A NOVA REALIDADE
Mensagem de Owen Waters

 A Nova Realidade traz com ela uma nova perspectiva da consciência. A fim de operar com êxito no novo ambiente, você precisa aplicar os novos princípios que vêm com esta visão expandida da realidade.
 Este conhecimento o capacita a despertar para o seu potencial recém-expandido e manifestá-lo com facilidade.
 Aqui estão alguns princípios básicos do universo, como podem ser vistos a partir da visão expandida da consciência da Nova Realidade.
 Neste, a realidade fundamental é reconhecida como a consciência universal, que é a essência formativa por trás de tudo o que existe no Universo. Esta essência pode ser chamada de Ser Infinito, porque é a consciência por trás de tudo dentro do universo.
 Aqui estão doze princípios que descrevem a consciência da Nova Realidade.

1 – O Ser Infinito é Tudo O Que É. Nada existe fora dele.
 O Universo existe dentro da consciência do Ser Infinito. O mundo físico existe dentro da consciência do Ser Infinito. Existimos dentro da consciência do Ser Infinito.

2 – Nós somos o Ser Infinito
 A criação é holográfica na natureza, significando que o ser pode ser encontrado dentro do todo. Por exemplo, o carvalho produz glandes (frutos do carvalho) e a forma de vida de um carvalho completo está contido dentro de cada glande. Se o holograma de uma imagem for dividido em dois, ambas as partes ainda continuarão a manter o quadro completo original.
 Embora vocês sejam uma parte da consciência do Ser Infinito, vocês também são o próprio Ser Infinito. No nível mais profundo da realidade, tudo o que o Ser Infinito é, vocês são.
 Portanto, nós somos, cada um de nós, o Ser Infinito.

3 – Propósito na Vida
 Seu propósito geral na vida é experienciá-la de um ponto de vista único, individual. Assim como cada floco de neve é único, assim o é cada pessoa. A partir de um ponto de vista cósmico, vocês são uma expressão do Ser Infinito, pois ele se experiencia de todos os pontos de vista possíveis. Deste modo, através de vocês e de toda a vida, o Ser Infinito alcança experiência infinita.
 A um nível pessoal, vocês, como uma alma, planejaram antecipadamente os principais temas de sua vida. Vocês escolheram o tempo, o lugar e os seus pais, a fim de acionarem um plano de vida que explorasse estes temas. Este pré-planejamento deu origem à ocorrência de eventos significativos em sua vida que já podem lhe ter dado a impressão de que existe o destino.
 O destino existe, na medida em que os temas principais de sua vida são pré-planejados por vocês, antes do tempo.
 À medida que passam pelo tempo, determinados nomes, lugares, pessoas e atividades ressoam com uma determinada peculiaridade em sua consciência. É quase como se vocês os conhecessem antes, mas não pudessem se lembrar de quando ou onde. Este é o destino, pois ele revela eventos importantes e pré-planejados em sua vida.
 No fenômeno chamado de déjà vu, cenas que vocês reconhecem como elas se revelam em sua vida, são cenas que vocês já tinham visto em outro estado de consciência. Esta pré-visualização ocorreu ou durante o seu planejamento antes da vida, ou mais frequentemente, em um recente estado de sonho, fora do corpo, onde, a fim de se ajudarem a permanecer no propósito, vocês viram os eventos próximos importantes em sua vida.

4 – O Livre Arbítrio os capacita a explorar o seu verdadeiro potencial
 O Livre Arbítrio preenche todos os detalhes. Ele pode ser usado a qualquer grau que escolherem. O uso mais produtivo do livre arbítrio é explorar o seu verdadeiro potencial dentro dos temas de sua vida, adquirindo assim a maior experiência possível do seu plano de vida.

5 – Reencarnação
 A reencarnação existe para proporcionar uma variedade de experiências, de modo que as habilidades da vida possam ser adquiridas, para que, enquanto em um corpo físico, vocês possam redescobrir a sua conexão espiritual interior.

6 – A vida após a “morte”
Do ponto de vista de sua verdadeira personalidade interior, a transição do reino físico é como sair de um terno que vocês usaram por algum tempo. O terno não é o verdadeiro você. Em seu corpo espiritual, vocês entram no reino espiritual, que é um espaço de alegria e de cura. Após se encontrarem com amigos e parentes que já faleceram antes, vocês começam a trabalhar na resolução das questões que causaram o conflito interno durante a sua vida física. Então, quando vocês entram nos reinos mais elevados, lembram-se mais sobre quem realmente são, vocês experienciam a reunião com o resto de suas famílias de alma imediatas.

7 – A vida reflete o que vocês projetam
 A Refletância é uma propriedade do universo. Conhecido também como Carma, este princípio afirma que a vida reflete as suas crenças, emoções e ações. Quanto mais fortes eles sejam, mais aparente se torna que a vida é um reflexo do que vocês projetam.
 A cada vez que vocês mudam a maneira com que percebem a vida, o universo, como um espelho, reflete a sua nova visão da realidade. Isto pode não ocorrer instantaneamente, pois, frequentemente, as circunstâncias não permitem que o novo reflexo de manifeste imediatamente. Neste caso, a nova realidade é mantida, como uma pressão dentro da aura, no campo magnético sutil do seu corpo. Vocês então caminham pela vida, envolvidos por este potencial magnético, enquanto ele influencia as suas circunstâncias a se adaptarem a uma forma, onde a nova realidade seja capaz de se manifestar e operar.
 A Refletância, mais cedo ou mais tarde, produz a manifestação. Portanto, se vocês não gostam de algo em sua vida, o modo mais poderoso de mudar o seu efeito permanentemente é descobrir como vocês estão gerando este reflexo, e então, mudarem o ponto de vista, de modo que mudem o reflexo que vocês estão causando, a partir do universo.
 É assim que funciona a Refletância. É como a lei da Física. É como o Universo foi projetado. O reflexo da vida resplandecerá a felicidade em vocês, mas não até que vocês decidam, dentro de si mesmos, a se tornarem uma pessoa feliz. Então, isto irá refletir a sua nova realidade.

8 – A Abundância é natural
 A Abundância natural vem de “entrar no fluxo”, fazendo o trabalho que traga uma sensação de excitação interna. A frase: “Siga a sua alegria interior”, é realmente a chave para a abundância. Uma vez que vocês sigam a sua alegria interior e adaptem a sua situação a fazer um trabalho que vocês gostam, então a sincronicidade começa a fluir. A Sincronicidade é a maneira de o universo lhes dizer que vocês estão no caminho certo. É um fluxo de eventos, onde tudo começa a se encaixar, a fim de apoiar os seus esforços.
 A Sincronicidade lhes traz oportunidades, pessoas, eventos e circunstâncias exatamente quando e onde eles precisam estar. Quando a vida flui naturalmente, o estado natural de abundância do universo segue automaticamente.

9 – O Amor é a única realidade
 O Amor Incondicional, holístico, é a resposta a todos os desafios da vida. Estamos aqui na Terra para aprendermos a como nos amarmos e aos outros, e a nos aceitarmos e aos outros completamente, sem julgamento.
 Neste ponto, algumas pessoas perguntam: “O quê? Então é suposto que você ame alguém que está inclinado a ser anti-social e até mesmo destrutivo?” O segredo aqui é que há uma diferença entre uma aceitação das crenças externas de uma pessoa e a aceitação de sua essência interior.
 Independentemente do sistema de crenças externo desta pessoa, e se vocês concordam com ele ou não, é a essência interna da pessoa que vocês aprendem a reconhecer, a amar e a aceitar.
 O segredo é que o amor incondicional curará o mundo, e não há escassez de sua oferta. O universo é permeado e unido pelo aspecto amoroso do Criador. Vocês têm apenas que permitir que ele flua através de vocês, a fim de experienciar a sua maravilha.

10 – Responsabilidade Pessoal
 Vocês criam a sua própria realidade e assumem responsabilidade pessoal por ela. Sua vida é um reflexo do seu ponto de vista nisto, a série de experiências que vocês, como uma alma, planejaram para esta vida.

11 – A Verdade está em toda parte
 A verdade fundamental é para ser encontrada interiormente, entretanto, o estudo de uma variedade de fontes de informação , ajuda-os a despertar e a se lembrarem de sua verdade interior. Seu senso intuitivo é o seu guia a respeito de que material lhes é mais apropriado, em qualquer momento, durante o seu desenvolvimento pessoal.
12 – Conexão Interna e Insight
 A Conexão Interna com a sua fonte espiritual promove a transformação espiritual e a realização do seu verdadeiro potencial. O desenvolvimento da intuição, tanto em homens quanto em mulheres, proporciona um insight essencial às experiências de vida.
 A forma com que isto é alcançado é através da meditação regular, diária. A prática regular da meditação promove a percepção intuitiva, o amor incondicional e as experiências espirituais pessoais. Qualquer técnica de meditação que vocês prefiram, irá funcionar perfeitamente bem.
 Com a prática, vocês realmente não precisam de nenhuma técnica sob qualquer condição, porque vocês perceberão que poderão entrar naqueles níveis mais profundos de consciência, sempre que desejarem, como um hábito adquirido.

Fonte: http://www.infinitebeing.com/
Tradução: Regina Drumond

Que a verbalização seja sempre o instrumento da verdade que constrói e não aquela que fere e pune.



POR QUE CALAR QUANDO É POSSÍVEL EXPRESSAR?

Devido ` nossa pouca capacidade de discernir, nós somos especialistas em transformar paradigmas em paradoxos...
Pode ser que, mesmo hoje, alguém ainda duvide que a capacidade de falar de expressar idéias, sensações, impulsos e sentimentos tenha sido um degrau que subimos na escada da evolução. A falta de coordenação entre o que nós pensamos, sentimos, falamos, e atuamos  talvez tenha sido a origem desse paradigma: melhor calar.

Como se tivéssemos acabado de descer das árvores, nós ainda não atendemos aos princípios primários da arte da comunicação e de educar: observar, refletir, expressar, agir.
Para os que já galgaram um degrau a mais na escala de desenvolvimento da consciência; um detalhe pode fazer toda a diferença:

A INTENÇÃO É FATOR DETERMINANTE NA FALA.

É preciso determinar uma intenção; pois toda verbalização intenta algo ou tem uma finalidade e, gera efeitos.
Quando falamos (e a palavra hoje é falada, escrita, digitada, ou pode vir na forma de imagens produzidas, copiadas e repassadas), nós somos responsáveis e, a intenção será o juiz dos agravantes e atenuantes.
A motivação também é um agente na relatividade do conceito falar a verdade, usado nas relações e simples interações:
Digo a verdade doa a quem doer!
Dependendo da intenção e da forma como ela foi expressa, muitas vezes essa “verdade” magoa e fere. quem se vangloria de sempre dizer a verdade, doa a quem doer, ao observar-se melhor, percebe-se: recalcado, frustrado, maledicente, pois a intenção real é punir.
A verdade dita ou calada é calma, equilibrada e predominará cedo ou tarde, pois tem sua hora. Mesmo que primária e reduzida em capacidades e vocábulos.
Que a verbalização seja sempre o instrumento da verdade que constrói e não aquela que fere e pune.
Precariamente sábio que:
Na dúvida é melhor calar e aguardar a ação do tempo ou o surgir de um dono da verdade impaciente que servirá de escândalo corretivo, através de sua forma descuidada de agir. Porém; não devemos papaguear.
A falta de intenção também é capaz de causar prejuízo.“Desculpe, não tive intenção de...”
Embora não haja intenção de ferir, aconteceu. A ausência da intenção de... apenas atenua o julgamento final na consciência, mas não elimina o débito relativo à impaciência e preguiça; daí, antes de verbalizar é preciso sempre definir, primeiro, as intenções.
Mas, é vero:  de boas intenções o inferno está cheio.
Falar é preciso; calar é preciso – mas antes de tudo é preciso pensar, refletir...
Namastê. 


Américo Canhoto

TOQUES ZEN



Eis o texto:
1. Lembre-se deste provérbio chinês: Os mestres podem abrir a porta, mas só você pode entrar.
2. Tenha um projeto de vida, mas esteja aberto para perceber as indicações do caminho. Seja flexível como os galhos de uma árvore ao vento, assim nada pode quebrá-lo.
3. Acenda um incenso. Ele marca o tempo de sua meditação ou de qualquer atividade e purifica o ambiente. Além disso, segundo os monges zen-budistas, a fumaça espalha bem-estar para todos os seres e eleva nosso espírito.
4. Tenha por perto uma caixa de areia com algumas pedras e modifique a posição delas e o traçado nos grãos a cada dia. Mexer no jardim zen é uma forma de aquietar a mente e uma metáfora da vida: tudo está mudando a todo momento, um dia é diferente do outro e você pode criar o seu presente.
5. No trabalho, quando estiver numa situação de conflito ou receber uma provocação, não reaja imediatamente. Respire e preste atenção, pois sempre há uma maneira de resolver as questões de forma pacífica, com respeito e amorosidade. Caso contrário, você entra na sintonia de ações e pensamentos negativos, ruins para os outros e para você mesmo.
6. No trânsito, mantenha-se atento e gentil com os outros motoristas. Peça e dê passagem. Se ficar muito alterado com a espera, tenha no carro um CD de música tranqüila e algumas balas. Isso baixa a ansiedade e suaviza a raiva e a impaciência.
7. Simplesmente seja o que é, aceite seu corpo e seus pensamentos.
8. Lembre-se de olhar para o céu. Isso expande os limites da mente e nos recorda que somos uma pequena parte do imenso Universo, que está sempre em movimento.
9. Ao falar, use palavras de carinho e respeito, pois você está diante de outro ser humano, seja quem for.
10. Reserve algum tempo e apenas fique sem fazer nada! Não pense, não contemple, não deseje mudanças.
11. Em cada gesto simples do cotidiano, você pode descobrir novos prazeres. Saboreie a água e cada alimento como um bem precioso, uma fonte de energia vital. Quando estiver comendo ou cozinhando, não desperdice.
12. Comece o dia sentando-se com a coluna ereta (pode ser numa cadeira), perceba sua respiração, os batimentos de seu coração, suas tensões, seus pensamentos. Fique assim por alguns minutos, depois respire fundo e vá para o mundo disposto a aceitar o dia como ele vier, como se fosse o primeiro de sua vida.
13. Viva o momento presente. O passado já se foi e o futuro ainda não existe. O aqui e agora é a única realidade.
14. A respiração tem o poder de mudar rapidamente seu estado de alma. Em situações de estresse, ansiedade, raiva, tristeza, acalme sua respiração e tenha em mente que todas as situações são passageiras, que tudo está em constante transformação.
15. Preste atenção em tudo que fizer e olhe as ações e os comportamentos repetitivos como uma nova oportunidade de perceber a vida com mais cuidado e amor.

Autor desconhecido

Ao longo de suas encarnações, Ramatís sempre teve contato com os grandes sábios.


Ramatís, ou Swami Rama-Tys, é uma presença polêmica no mundo espírita, com obras psicografadas que abrangem inúmeros aspectos das atividades espirituais. Sua última encarnação foi na Indochina, no século X. Alguns registros relatam que desde tenra idade possuía grande sabedoria, trazida de várias encarnações. Ele iria estimular as almas a conhecer a "Verdade".
Ingressou em um dos muitos santuários iniciáticos da Índia. Em encarnações anteriores, diz-se que foi o grande matemático e filósofo Pitágoras (cerca de 570 - 496 a.C.) , bem como Filon de Alexandria (cerca de 30 a.C. - 40 d.C.), um filósofo judeu responsável pela famosa Biblioteca de Alexandria. Nesse mesmo período, ele desfrutou da companhia inesquecível do mestre Jesus Cristo.
Em época ainda mais recuada viveu na Atlântida,.quando conheceu o espírito que seria conhecido como Alan Kardec, e com o qual se encontraria novamente em sua passagem pelo Egito, no templo do faraó Mernefta, filho de Ramsés. No Egito, Ramatís era então o sacerdote Amenófis.
Ao longo de suas encarnações, Ramatís sempre teve contato com os grandes sábios de cada era. Em sua vida na Grécia Antiga, no período em que ela estava em plena ebulição cultural, segundo informam algumas psicografias, já tinha conhecimento da imortalidade da alma, da purificação através de sucessivas reencarnações. Seus ensinamentos buscavam mostrar as nítidas vantagens de espiritualizar a vida. Ainda cultivava a música, a matemática e a astronomia. Nessa época, ele começou os estudos sobre o deslocamento dos astros e conclui que a Ordem Superior domina o Universo.
Consta também que participou da história da Índia no período da invasão dos arianos, por volta do século 4 a.C. Diz-se ainda que ele teria participado dos acontecimentos narrados no conto épico conhecido como Ramaiana. Nessa ocasião realizou seus estudos iniciáticos na China. Posteriormente, fundou um pequeno templo na Índia, sendo adepto da tradição de Rama. Desencarnou jovem, pois sua missão já havia sido cumprida.
Depois disso, no Plano Superior das Inteligências Espirituais, filiou-se definitivamente a um grupo de trabalhadores espirituais conhecido como Templários das Cadeias do Amor. Trata-se de um agrupamento nas colônias invisíveis do Além, que se dedica a trabalhos ligados à corrente oriental de pensamento.
O nome Ramatís (Rama - Tis), ou Swami Rama Tys, como era conhecido em sua época, é uma designação de sua hierarquia e dinastia espiritual. Rama é o nome que se dá à própria divindade, é um poderoso mantra que ativa os princípios masculino e feminino contidos no Universo.


A Fraternidade da Cruz e do Triângulo
Na dimensão espiritual, Ramatís exerce uma forte atuação junto à Fraternidade da Cruz e do Triângulo e se empenha em divulgar os ensinamentos de Jesus Cristo. Paralelamente, ensina a atuar segundo a antiga tradição espiritualista do Oriente, estabelecendo assim um intercâmbio entre as correntes espiritualistas do Ocidente e do Oriente.
Segundo relatos de vários espiritualistas, no final do século 19, no Oriente, houve uma fusão entre duas importantes fraternidades. Tratava-se da Fraternidade da Cruz, que divulga os ensinamentos de Jesus, e a Fraternidade do Triângulo, ligada à tradição espiritual oriental. Após essa união, as duas fraternidades - consideradas Fraternidades Brancas - consolidaram uma série de práticas e trabalhos espirituais que resultaram na formação da Fraternidade da Cruz e do Triângulo.
Seus membros usam vestes brancas com cintos e emblemas de tonalidade azul-clara esverdeada. Sobre o peito, trazem suspensa uma corrente com um triângulo lilás luminoso, no qual se encontra uma cruz em forma de lírio, símbolo que exalta a obra de Jesus e da mística oriental. O que os mentores informam é que todos os discípulos da Fraternidade que se encontram reencarnados na Terra são profundamente devotados às duas correntes espiritualistas.
Em seu trabalho no plano espiritual, Ramatís supervisiona as tarefas ligadas aos discípulos na Metrópole Astral do Grande Coração. Segundo informações de seus psicógrafos, atualmente ele participa de um colegiado no Astral de Marte. Os discípulos dessa ordem cultuam os ensinamentos de Jesus, que foi o elo definitivo entre todos os instrutores terráqueos, assim como a sabedoria e o trabalho espiritual de Antúlio, de Hermes, de Buda, de Confúcio e de Lao-Tsé.
Esse é um dos motivos pelos quais os seguidores de Ramatís na Terra - embora profundamente devotados ao pensamento cristão - também têm profundo respeito pela espiritualidade do Oriente.
Ramatis é apresentado como um espírito que surge envolto em uma luminosidade intensa, com uma aura amarelo-clara com nuanças douradas, circundada por traços finos em azul celeste e carmim. A cabeça é coberta por um turbante com muitas pregas, tendo no meio uma cintilante esmeralda, ornamentada por vários cordões finos de várias cores, que lhes caem sobre os ombros.
O ponto central das mensagens e do trabalho de Ramatís - que é seguido por diversas casas espíritas que recebem suas indicações espirituais – é a postura universalista e não-sectária, que permite absorver os conhecimentos espirituais das mais diversas linhas, convergindo dessa forma para uma união semelhante à que se dá no plano etérico entre as fraternidades da Cruz e do Triângulo, refazendo a máxima hermética de que o macrocosmo e o microcosmo estão correlacionados e se influenciam.

Fonte de pesquisa - http://www.ippb.org.br

sábado, 28 de janeiro de 2012

...Mas se o que está ocorrendo no planeta for o início da sexta grande extinção, estamos vivendo o início do verdadeiro apocalipse.


O início do 6º apocalipse - Jonatas de Oliveira

Reproduzo uma interessante matéria que vi no Estadao.com.br. Ela fala sobre o fato de estarmos `a beira de um novo apocalipse. Nada tão fantástico, espetacular ou trágico como desenha os filmes americanos. A matéria sugere que o processo é gradual e flui de forma natural.

Nos últimos 500 milhões de anos ocorreram cinco extinções em massa. A última, faz 65 milhões de anos, liquidou os dinossauros e, com eles, mais de 75% das espécies de seres vivos. Agora um grupo de cientistas compilou tudo que sabemos sobre esses cinco episódios de extinção com o objetivo de responder a uma pergunta: será que a extinção de espécies que estamos observando nos últimos séculos é o início da sexta extinção em massa?

A vida surgiu no planeta há 3,5 bilhões de anos, mas somente nos últimos 500 milhões de anos surgiram seres vivos com partes sólidas (esqueletos e carapaças), que podem ser preservados sob a forma de fósseis. Durante esse período muitas espécies novas surgiram, mas a maioria delas já se extinguiu. Apesar de não sabermos o número exato de espécies que habitam hoje o planeta, ou o número de espécies que existiram no passado, sabemos que a biodiversidade encontrada nos registros fósseis é muito maior que a biodiversidade existente hoje na Terra. Das 4 bilhões de espécies que já habitaram o planeta talvez somente 40 milhões se encontram entre nós. Mais de 99% da biodiversidade que já habitou a Terra está extinta.

O surgimento e o desaparecimento de espécies ocorrem constantemente, mas, como o processo é lento em relação ao tempo que cada um de nós permanece vivo, temos a ilusão de que a vida na Terra é relativamente estável. A verdade é que o estudo das diferentes camadas de fósseis mostra que houve cinco grandes extinções, definidas como períodos em que mais de 75% das espécies foram extintas ao longo de uns poucos milhares de anos.

Renovação
Apesar desses episódios parecerem catastróficos, foram eles que permitiram a renovação dos tipos de seres vivos que habitavam o planeta. Foi com a extinção dos dinossauros 65 milhões de anos atrás que os mamíferos tiveram a chance de florescer e se diversificar, originando os primatas e, recentemente (menos de 500 mil anos), o Homo sapiens. Mesmo os dinossauros só puderam ocupar um espaço relevante no planeta com o desaparecimento de seus antepassados na grande extinção que ocorreu faz 200 milhões de anos.

A primeira grande extinção ocorreu há 443 milhões de anos e liquidou 86% das espécies; a segunda, 359 milhões de anos atrás, liquidou 75% dos seres vivos. As seguintes, há 251 milhões, 200 milhões e 65 milhões de anos, liquidaram respectivamente 96%, 80% e 76% das espécies. Não se sabe ao certo as causas de cada grande extinção, mas em todas se acredita que houve uma mudança rápida (ao longo de poucos milhares de anos) no ambiente, seja por causa de mudanças de temperatura (443 milhões e 359 milhões de anos atrás), de grandes erupções vulcânicas ou a queda de meteoritos (251 milhões e 65 milhões de anos atrás) ou do aquecimento global e aumento da quantidade de gases de efeito estufa (200 milhões de anos atrás).

Os cientistas acreditam que em todos os casos houve uma combinação de fatores que alterou o meio ambiente, provocando a morte de grande parte dos seres vivos. Quando os cientistas analisaram o que sabemos sobre a atual perda de biodiversidade provocada, a destruição de diversos ecossistemas e as mudanças climáticas, e compararam com o que ocorreu no passado, chegaram à conclusão de que a perda recente de biodiversidade não é suficientemente extensa para caracterizar o que está ocorrendo como o sexto grande evento de extinção. Mas quando a possibilidade de extinção de todas as espécies que hoje são listadas como ameaçadas de extinção foi incluída na análise, a perda de biodiversidade é suficientemente grande para classificar o processo como a sexta grande extinção, capaz de destruir mais de 75% das formas de vida existentes.

Incertezas
O que fica evidente é que a incerteza na avaliação das perdas atuais de biodiversidade e na estimativa do número de espécies presentes hoje no planeta (não sabemos ainda o que existe em ambientes como a Amazônia), combinado com o pouco que sabemos sobre o que ocorreu nos outros cinco eventos de extinção, faz com que esta análise, apesar de extremamente importante, ainda esteja sujeita a muitas incertezas. Mas se o que está ocorrendo no planeta for o início da sexta grande extinção, estamos vivendo o início do verdadeiro apocalipse.

Como grande parte das mudanças que estão ocorrendo é causada pelo homem, e ainda pode ser parcialmente revertida, talvez seja possível evitar que tenhamos o mesmo destino dos dinossauros. Por outro lado, talvez tenha chegado a hora de seguirmos o exemplo e cedermos nosso lugar para outras formas de vida.

http://www.ufo.com.br

Óbvio que as aparições de N. Sra, com uma mesma mensagem em diferentes lugares...




2012 e as Mensagens das Aparições
por Renato Mayol

Estamos em 2012, um ano que nos surpreenda, quiçá, com uma catarse que dirimindo as ilusões, acabe, oxalá, brindando-nos com a perspectiva de um horizonte de Amor Incondicional e Paz Profunda. Nesse clima de expectativa, impossível é não refletir sobre as aparições de uma figura com grande significado espiritual para muitos, que é a Nossa Senhora, mãe de Jesus, o Cristo. Impossível não conjecturar alguma explicação para tais estranhos fenômenos. Para tanto, analisemos algumas das aparições de N. Sra, a de Fátima, a de Guadalupe e a de Garabandal.
A aparição de N. Sra. de Fátima ou Senhora do Rosário ocorreu durante a I Grande Guerra, na aldeia de Fátima, em Portugal, no dia 13 de maio de 1917. Perto do meio-dia, um clarão iluminou o céu e uma jovem resplandecente apareceu a Lúcia, Francisco e Jacinta, três crianças entre sete e dez anos de idade, que estavam cuidando de um rebanho de ovelhas. Relataram as crianças que a aparição era a de uma jovem, com vestido branco mais brilhante que o sol e manto orlado de ouro, que lhes disse ser a Senhora do Rosário. A aparição pediu às crianças que rezassem para o fim da guerra e que voltassem ao mesmo lugar, naquela mesma hora, no dia 13 de cada mês, até o mês de outubro. Mostrou-lhes também um mar de fogo nas profundezas da terra, nele mergulhados, como fossem carvões ardentes em forma humana, as almas condenadas. As aparições se tornaram de conhecimento geral e a cada mês crescia o número de pessoas que se juntavam às crianças para presenciá-las, apesar de que só elas as viam. Em uma delas, a aparição prometeu um prodígio no céu para que o povo acreditasse no que estava sendo transmitido pelas crianças. E foi o que aconteceu no dia 13 de outubro de 1917. Com data marcada, mais de setenta mil pessoas testemunharam algo único. Relatos jornalísticos contam que o céu estava coberto de nuvens e a chuva não parava de cair. De repente, perto do meio-dia, abriram-se as nuvens, a chuva parou e apareceu no céu um disco de prata com brilho intenso girando sobre si mesmo e realizando movimentos para direita e para esquerda. Seu núcleo era escuro e suas bordas brilhantes. Feixes de luz de todas as cores, em especial azul e roxa, espalharam-se por cima da multidão. O disco parou por alguns minutos e por mais duas vezes tudo se repetiu. Pessoas que se encontravam a quilômetros do local também observaram o fenômeno que durou entre dez e doze minutos e muitas fotografias foram tiradas, o que torna difícil atribuir tal fenômeno à histeria coletiva ou alucinação. Mais crível seria atribuí-lo a especiais seres espaciais.
A aparição de N. Sra. de Guadalupe aconteceu em 1531, na colina de Tepeyac, no México, a Juan Diego, um índio de 51 anos de idade. Conta-se que a aparição seguiu-se a uma melodia que Juan Diego foi ouvindo enquanto subia a colina. Tratava-se de uma jovem muito bonita de cabelos pretos, envolta por um manto azul salpicado de estrelas que a revestia da cabeça aos pés. Um esplendor de raios dourados a rodeava por completo. A jovem pediu a Juan Diego para que fosse até o bispo local para transmitir-lhe o desejo de que fosse construído um templo de oração naquele lugar, para que os homens orassem a Deus. O bispo, claro, não acreditou nele e pediu uma prova. No dia seguinte, a jovem apareceu e mandou que Juan Diego subisse ao cume da colina e colhesse todas as rosas que pudesse, que as colocasse dentro do seu manto e as mostrasse ao bispo. Tendo seguido as instruções, ao ser admitido na presença do bispo, quando Juan Diego desdobrou o manto onde estavam as rosas, apareceu nele o desenho da imagem da aparição, como é vista até hoje na basílica de N. Sra. de Guadalupe, no México. A imagem apesar de não possuir pigmentos de cor é vista colorida. Além disso, a ampliação dos olhos da imagem revela neles registrada, como em uma fotografia, a cena vista pela Senhora quando Juan Diego desdobrou sua capa perante o bispo. Descoberta que nos deixa perplexos, mas que pode ser algo simples para seres com uma tecnologia bem mais avançada que a nossa. Seres que tentam alertar os homens para que se preparem para a hora do seu derradeiro encontro com a Verdade e a Luz. Seres que talvez assumam a imagem de uma linda jovem de aparência cativante e tranqüilizadora, que com seu vestido branco e manto azul, remete os homens à imagem da mãe de Jesus, com todo o seu forte componente emocional, facilitando dessa forma a receptividade às mensagens.
Menos espetacular, porém mais apocalíptica, a aparição de N. Sra. de Garabandal ocorreu, em 1962, a quatro meninas de 11 a 12 anos de idade, que em uma tarde de domingo, estavam brincando em um pequeno povoado ao norte da Espanha. Eram elas, Conchita, Jacinta, Mari Loli e Mari Cruz. Segundo anotações do diário da Conchita, de repente, elas ouviram um ruído como de trovão e apareceu-lhes a figura de uma jovem muito bonita, envolta numa luminosidade que não lhes feria a vista; tinha um vestido branco, manto azul e uma coroa de pequenas estrelas douradas. A aparição mostrou às videntes uma aterradora visão do castigo se a humanidade não mudar e retornar para Deus. Disse-lhes também que antes de do castigo haverá um aviso que será de alguns minutos, mas que parecerá tremendamente longo. Será como um fogo que não queimará a carne, mas será sentido dolorosamente no corpo e no espírito de todas as pessoas, em todas as nações. Cada um verá o seu próprio estado de consciência e vivenciará o que significa perder a Deus. Ninguém escapará. Os bons, para se aproximarem mais de Deus e os outros, para se emendarem. Um ano depois do aviso, ocorrerá uma manifestação extraordinária para ainda tentar ajudar quem quiser mudar e ser salvo, para evitar o castigo. O fenômeno consistirá no aparecimento de um pilar cilíndrico, de dimensões planetárias, feito de uma substância visível, mas não palpável e que poderá ser fotografado, filmado e televisionado. Aparentemente, Conchita, que nasceu em 1949, conhece a data desse acontecimento e teria dito que começará a divulgá-la oito dias antes de sua ocorrência. Depois disso, se a humanidade não mudar e o homem continuar sendo o mais maligno demônio do próprio homem, virá, então, o castigo. Num determinado momento, nenhum motor ou máquina funcionará. Uma terrível onda de calor se abaterá sobre a Terra e os homens cairão no desespero e tentarão se matar uns aos outros, mas faltará a força e cairão por terra. Relatam as videntes que lhes foi mostrado uma multidão de pessoas envoltas em chamas que corriam a jogar-se no mar, mas este em vez de apagar as chamas, ativava-as ainda mais. Examinadas por psicólogos e psiquiatras, todos atestaram que as garotas eram normais, sadias e sinceras. lugares
Óbvio que as aparições de N. Sra, com uma mesma mensagem em diferentes lugares e em condições semelhantes, têm conotação de presságio e um alerta para a necessidade urgente de paz entre os homens e um pedido constante para que se comuniquem mais com seu Deus interior. Alerta e pedido de quem de alguma forma vem em nosso socorro, avisando-nos para a necessidade de uma mudança de comportamento que nos permita perceber que a intolerância é a causa de todos os problemas e de uma mudança de atitude que nos permita olhar para o próximo e enxergar nele o nosso próprio reflexo.


por Renato Mayol

Quem nunca agiu por impulso e se arrependeu depois...



Arrependeu-se do que fez? Hora de agir feito gente grande!
 Rosana Braga

Quem nunca agiu por impulso e se arrependeu depois, que atire a primeira pedra! A grande maioria das pessoas certamente já fez algo sem pensar e depois, ao cair em si, percebeu que deveria ter agido de modo diferente ou simplesmente não ter feito nada, pelo menos não naquele momento. Portanto, essa sensação de arrependimento certamente não é privilégio de poucos.
No entanto, você também provavelmente conhece aquele grupo de pessoas (e talvez até faça parte dele) que vive afirmando aos quatro cantos nunca ter se arrependido de nada do que fez! Os mais poéticos, inclusive, arriscam completar com "somente do que deixou de fazer".
Respeitando as singularidades e lembrando que não existe um jeito certo e um jeito errado de ser, devo dizer que, particularmente, não acredito que arrepender-se seja ruim ou sinal de falta de personalidade, como este grupo faz parecer. Pelo contrário, penso que denota boa dose de consciência. Demonstra que, se fosse possível, a pessoa teria agido com mais prudência, equilíbrio e coerência.
Bem, mas arrepender-se não basta! É preciso tentar consertar o estrago que você causou. Primeiramente, vale procurar os atingidos e desculpar-se, lembrando que um pedido de desculpa pode ser aceito ou recusado, e você terá de lidar com isso.
E é aí que a situação pode complicar. Quando você magoa ou prejudica alguém que decide não te desculpar, aquele gosto amargo do arrependimento parece teimar em não sair de você. Neste caso, o que fazer?
O fato de você ter deixado claro que se arrependeu é um ótimo começo, mas é, sobretudo, uma baita responsabilidade, porque arrependimento tem de ser sinônimo de aprendizado. Tem de significar que você fará de tudo para não cometer o mesmo erro. Tem de mostrar que você merece uma segunda chance.
De todo modo, ainda assim, o outro pode não conseguir te perdoar. Isso se chama "consequência". Tudo o que fazemos na vida nos rende consequências. Umas boas, outras nem tanto. E ingressamos na vida adulta com méritos justamente quando aprendemos a crescer e nos tornar melhores, especialmente com nossos próprios equívocos.
Enfim, arrependimento não conserta o que foi quebrado, não desfaz o que foi feito e não garante que você seja perdoado. Ainda assim, é possível superar a dor que ele causa. É possível transformá-lo em algo bom. E, acima de tudo, deve ser um convite ao autoperdão! Até porque se você mesmo não se perdoar, terminará empacado numa espécie de buraco, sem conseguir seguir adiante. Sem conseguir crescer.
Por essas e outras, além de se perdoar, que tal -a partir de agora- ser mais tolerante, gentil e compreensivo diante do erro do outro? Estou certa de que todos nós só temos a ganhar!

HÁ TEMPOS EM NOSSA VIDA QUE CONTAM DE FORMA DIFERENTE



HÁ TEMPOS EM NOSSA VIDA QUE CONTAM DE FORMA DIFERENTE

RELÓGIO DO CORAÇÃO

O relógio do coração, hoje descubro, bate noutra freqüência, diversa daquele que carrego no pulso.

Marca um tempo diferente, de emoções que perduram e que mostram o verdadeiro da gente.

O tempo...

A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa

Quando se vê, já são seis horas.

Quando se vê, já é sexta-feira!

Quando se vê, já é Natal...

Quando se vê, já terminou o ano...

Quando se vê, perdemos o amor de nossa vida.

Quando se vê passaram 50 anos!

Agora é tarde demais para ser reprovado...

Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.

Seguiria sempre em frente


Mário Quintana

Em todos os relacionamentos ocorrem trocas energéticas.



EVOLUÇÃO DA CONSCÊNCIA : VOCÊ SABE O QUE É AUTODEFESA ENERGÉTICA?

Em todos os relacionamentos ocorrem trocas energéticas. Isso equivale a dizer que durante todo o dia estamos trocando energias com o meio ambiente e com as pessoas de uma maneira geral.

Sempre que conversamos com alguém, pessoalmente ou por telefone, há uma interação energética e desse fato pode ocorrer defasagem ou ganho de energia, ou, em outras palavras, toda vez que nos relacionamos com alguém, inconscientemente, espoliamos ou somos espoliados energeticamente. Nenhum dos dois casos é o ideal, mas, infelizmente é o que ocorre com a maioria esmagadora da população.

Se entendermos que podemos trabalhar a energia, conseguiremos nos manter equilibrados e muito melhor, assistiremos às outras pessoas através da doação consciente das nossas energias.

Para melhor compreensão, vamos ver o que ocorre, numa situação do cotidiano: Maria sai de casa, feliz e saltitante, e, no caminho para o trabalho, encontra Cidinha, sua amiga, em prantos, contando que havia brigado com o namorado, que o desgraçado não prestava e “ patati e patatá ” ..., ficou falando, despejando toda sua desgraça por uns 15 minutos sobre a Maria, que tentava ajudar, consolar.

No final da conversa, Cidinha já estava mais "aliviada", agradecida à amiga, porque sempre que conversava com ela se sentia muito melhor.

Bom, a Cidinha foi embora já recuperada e a Maria ficou ali, arrasada, com dor de cabeça, uma bruta dor de estômago e toda a felicidade da manhã tinha ido embora.

Resumo: Cidinha quando brigou com o namorado perdeu muita energia pelo desequilíbrio da discussão, e inconscientemente buscou reequilibrar-se através da amiga, que sem conhecer das trocas energéticas, entrou na história feito "bucha de canhão", perdendo toda a energia para Cidinha e pior, assimilando todo o quadro de desequilíbrio da situação, sentindo o reflexo disso no corpo físico através da dor de cabeça e estômago.

E assim acontece conosco também: quantas vezes estamos bem, tranqüilos e no final do dia parece que estamos carregando um trator nas costas, desanimados, e muitas vezes irritados.

Pois é, tudo por ignorância de como trabalhar com as nossas energias!

A pessoa que consegue ter autodomínio energético promove a sua autodefesa e consegue doar a energia sem ser espoliada. Porque quando doamos a energia de uma maneira consciente, ela é reposta instantaneamente, o que não acontece quando perdemos energia. A perda energética não é reposta, a doação de energia, conscientemente, sim.

E, como fazer isso?

O primeiro passo é tomar consciência que a vontade é o motor da consciência. O segundo, estarmos sempre atentos aos nossos pensamentos e sentimentos (eles geram energias), e o terceiro passo é aprender a utilizar-se de técnicas para manipulação energética.

Se tivermos vontade de melhorar e conseguimos aprimorar a qualidade e intenção dos pensamentos e sentimentos, colocando sempre uma informação positiva em todo tipo de relacionamento, o nosso campo energético já vai apresentar-se mais forte e protegido.

Todos nós devemos saber que não estamos aqui neste planeta por acaso. O motivo principal é a nossa evolução como consciências, buscando desenvolver níveis mais satisfatórios de lucidez e entendimento de quem somos, como somos e funcionamos, porque estamos aqui, o que viemos realizar e o que podemos fazer de melhor!


Virginia Sibon e' empresária, pesquisadora da Conscienciologia e Projeciologia e coordenadora de cursos na ASSIPEC - Associação Internacional de Pesquisas da Conscienciologia

IV (Ultimo) - Quando o ego é o centro de seu ser, sua consciência e sua vida emocional estão em “estado de cãibra”.


Agora nós falaremos do último estágio, que é estágio o quatro: abrindo-se para o Espírito.

Quando você entra no estágio quatro, encontra um lugar de paz e tranqüilidade dentro de si mesmo. Você entra freqüentemente em contato com um silêncio em seu coração, que você sabe que é do Eterno. Tudo o que você vivencia é relativo comparado com este Ser ilimitado e todo-abrangente. Este lugar de paz e silêncio dentro de você também tem sido chamado de Espírito.
Em suas tradições (esotéricas), é feita uma distinção entre espírito, alma e corpo.
O corpo é a morada física da alma por um tempo limitado.
A alma é a âncora não física, psicológica, da experiência. Ela carrega a experiência de muitas vidas. A alma se desenvolve através do tempo e lentamente se transforma numa bela pedra multifacetada, cada face refletindo um tipo diferente de experiência e o conhecimento nela baseado.
O Espírito não muda e nem cresce com o tempo. O Espírito está fora do tempo e do espaço. O Espírito em você é a sua parte eterna, atemporal, que é Una com o Deus que o criou. É a divina consciência, que é a base da sua expressão no espaço e no tempo. Você nasceu de um reino de pura consciência e levou parte dessa consciência consigo, através de todas as suas manifestações na forma material.
A alma faz parte da dualidade. Ela é afetada e transformada por suas experiências na dualidade. O Espírito está fora da dualidade. É a base sobre a qual tudo se desenvolve e evolui. É o Alfa e Ômega, que você pode simplesmente chamar de Ser ou Fonte.
O Silêncio, externo mas especialmente interno, é a melhor entrada para se vivenciar esta energia sempre presente, que é Você no seu âmago mais profundo. No silêncio, você pode entrar em contato com a coisa mais milagrosa e auto-evidente que existe: Espírito, Deus, Fonte, Ser.
A alma carrega memórias de muitas encarnações. Ela sabe e compreende muito mais do que a sua personalidade terrena. A alma está conectada com fontes de conhecimento extra-sensoriais, tais como suas personalidades de vidas passadas e guias ou conhecidos dos planos astrais. Apesar desta conexão, a alma pode estar num estado de confusão, ignorante da sua verdadeira natureza. A alma pode ser traumatizada por certas experiências e, assim, permanecer num lugar de sombra por algum tempo. A alma está continuamente evoluindo e ganhando compreensão da dualidade inerente à vida na Terra.
O Espírito é o ponto imutável dentro desse desenvolvimento. A alma pode estar num estado de sombra ou iluminação, mas o Espírito não. O Espírito é puro Ser, pura consciência. Está tanto na Sombra quanto na Luz. É a Unidade subjacente a toda a dualidade. Quando você chega ao estágio quatro da transformação do ego ao coração, você se conecta com o Espírito. Você se conecta com a sua Divindade.
Conectar-se com o Deus dentro de você é como ser retirado da dualidade enquanto permanece totalmente presente e assentado. Neste estado, sua consciência é preenchida por um êxtase profundo, mas tranqüilo; uma mescla de paz e alegria. Você percebe que não depende de nada que esteja fora de você. Você é livre. Você está verdadeiramente no mundo, mas sem ser do mundo.
Conectar-se com o Espírito dentro de você não é algo que acontece de repente e para sempre. É um processo lento e gradual, no qual você se conecta, se desconecta, se re-conecta... Gradualmente, o foco da sua consciência move-se da dualidade para a unidade. Ela se reorienta, descobrindo que, eventualmente, é mais atraída para o silêncio do que para os pensamentos e as emoções. Por silêncio queremos dizer: estar completamente centrado e presente, em um estado de consciência não julgadora.
Não existem meios ou métodos fixos para se chegar a isso. A chave para conectar-se com  o seu Espírito não é seguir alguma disciplina (como meditação ou jejum, etc.), mas realmente compreender. Compreender que é o silencio que o leva ao Lar, não os seus pensamentos ou emoções.
Esta compreensão cresce lentamente, à medida que você vai se tornando mais consciente do mecanismo dos seus pensamentos e sentimentos. Você desapega-se de velhos hábitos e abre-se para a nova realidade da consciência baseada no coração. A consciência baseada no ego dentro de você perde a força e lentamente morre.
Morrer não é algo que você faz; é algo que você permite que aconteça. Você entrega-se ao processo de morrer. Morte é uma outra palavra para mudança, transformação. É sempre assim. A morte é sempre uma liberação do velho e uma abertura para o novo. Dentro deste processo, não existe um só momento no qual vocês “não são”, isto é, no qual vocês estão mortos conforme a sua definição de morte. A morte, como vocês a definem, é uma ilusão. É apenas o seu medo de mudança que provoca o seu medo da morte.
Vocês não temem apenas a morte física, mas também a morte emocional e mental durante a sua vida. Mas sem a morte, as coisas se tornariam fixas e rígidas. Vocês tornar-se-iam escravos dos velhos padrões: um corpo gasto, formas de pensamento antiquadas, reações emocionais limitadas. Isto não é sufocante? A morte liberta. A morte é uma cascata de água fresca que abre à força os portões velhos e enferrujados, e impulsiona vocês para novas áreas de experiência.
Não tema a morte. Não há morte, apenas transformação.
A passagem da consciência baseada no ego para uma vida centrada no coração é, de certa forma, uma experiência de morte. Quanto mais você se identifica com o Espírito, com o Deus dentro de você, mais você libera coisas com as quais costumava preocupar-se ou nas quais  colocava muita energia. Você percebe, em níveis cada vez mais profundos, que realmente não há nada para fazer, exceto ser. Quando você se identifica com a sua existência, ao invés de identificar-se com os pensamentos e emoções efêmeros que passam através de você, sua vida é afetada imediatamente. O Espírito não é algo abstrato. É uma realidade que você efetivamente pode trazer para a sua vida. Estar em contato com a mais pura das fontes, finalmente mudará tudo em sua vida. Deus ou a Fonte ou o Espírito é criativo por natureza, mas de formas quase incompreensíveis para você.
O Espírito é silencioso e perene e, todavia, criativo. A realidade do Eu Divino não pode realmente ser captada pela mente. Pode apenas ser sentida. Se você aceita-a em sua vida, e a reconhece como os sussurros do seu coração, lentamente tudo começa a ir para o seu devido lugar. Quando você está sintonizado com a realidade do Espírito – a consciência silenciosa que está por trás de todas as experiências – você deixa de forçar sua vontade sobre a realidade. Você permite que as coisas voltem ao seu estado natural de ser. Você torna-se o seu Ser verdadeiro, natural. Tudo acontece de forma harmoniosa, significativa. Você percebe as coisas se encaixando segundo um ritmo natural, segundo seu próprio fluxo natural. Tudo o que você precisa fazer é estar sintonizado com este ritmo divino e soltar os medos e a má compreensão, que fazem com que você tenha vontade de intervir.

AJUDANDO OS OUTROS, A PARTIR DO NÍVEL DO ESPÍRITO
Quando você tiver feito a transição da consciência baseada no ego para a baseada no coração, você estará em contato mais ou menos constante com o fluxo divino do seu interior. Neste estado, não há necessidade ou desejo de ajudar os outros, mas isto vem naturalmente para você. Você atrai isto para si, mas não através da vontade. Energeticamente, você está emitindo certas vibrações agora. Há algo presente no seu campo de energia, que atrai as pessoas para você. Não é algo que você faz, mas algo que você é. Há uma vibração disponível na sua energia, que pode ajudar as pessoas a entrarem em contato com o seu próprio Ser divino.
Você pode ser um espelho para essas pessoas, no qual elas podem realmente ver um problema ou dificuldade ser liberado e transformado na energia da solução. Elas podem sentir a energia da solução (que sempre está baseada no contato com a própria divindade) no seu ser. Você é capaz de lhes ensinar alguma coisa, e o ensinamento acontece quando você é você mesmo. Não é transmitindo conhecimentos ou utilizando certos métodos, que você vai ensinar e curar. É permitindo-se ser exatamente quem você é e expressando-se da forma mais alegre possível, que a sua presença se torna verdadeiramente útil. É compartilhando a si mesmo com outros, que você lhes possibilita o acesso a um espaço de cura, no qual eles podem escolher entrar ou não. Isto cabe a eles.
Como curador ou terapeuta, você realmente só tem que se manter em contato com o fluxo divino interno, com a consciência silenciosa que é o Espírito. Efetivamente, é esta conexão que move as pessoas e as leva a um estado de consciência mais elevado, mais livre, se assim o escolherem. Se o fizerem, isto acontecerá no ritmo e fluxo próprios de cada um.
Estar presente para os outros, deste jeito, está ligado a um sentimento de caráter bem neutro. Representa um nível de imparcialidade, no qual você libera seu desejo pessoal de transformar ou “curar” os outros.
Este desejo, apresentado por todos os Trabalhadores da Luz em algum estágio, não se origina de uma verdadeira compreensão do caminho interior que as pessoas querem seguir para encontrarem sua própria verdade interior. As pessoas, na sua maioria, precisam chegar no fundo de certas questões, antes de estarem verdadeiramente prontas para liberá-las. Quando elas agem assim, realmente “ganham” a solução do problema e isto lhes dá uma profunda satisfação. Talvez você reconheça isto na sua própria vida e nos problemas com os quais você lutou. Por favor, esteja consciente disto e não se esforce para impedir as pessoas de “chegarem no fundo”. Se elas estão determinados a chegar lá, elas chegarão lá, independente de tudo o que você possa fazer ou dizer.
É melhor não se envolver emocionalmente com as pessoas a quem você ajuda. O envolvimento emocional leva à vontade pessoal de curar ou transformar os outros. Este desejo pessoal não ajuda os outros, mas pode, sim, causar bloqueios no processo de cura deles. Toda vez que você quer que as pessoas mudem, você não está num espaço de amor e tolerância. Elas sentem isto. Você pode pensar que está “lendo-as” (psicologicamente), mas elas também são leitoras perspicazes de você!
O estágio quatro de transição do ego ao coração consiste em transcender o nível da alma  e elevar-se ao nível do Espírito. É claro que não queremos dizer que a alma seja, de alguma forma, “menos” que o Espírito. O fato é que você é maior e mais abrangente do que a sua alma. A alma é um veículo para a experiência. Ao se identificar com o Espírito em você, com o seu próprio Ser Divino, todas as coisas que você vivenciou em muitas e muitas vidas encaixam-se em seus devidos lugares. Você se eleva acima das experiências, não se identificando com nenhuma delas. Isto tem um efeito curativo sobre a alma.

© Pamela Kribbe              
Tradução para o português: Vera Corrêa

III - Quando o ego é o centro de seu ser, sua consciência e sua vida emocional estão em “estado de cãibra”.



Falaremos agora do estágio três. Mas antes de fazê-lo, queremos assinalar que a transição não acontece através de um caminho reto e linear. Existem momentos em que você retrocede a um estágio que já tinha sido deixado para trás. Mas este retrocesso pode, mais tarde, levá-lo a um grande passo à frente. Assim, os desvios podem resultar em atalhos. Além disso, cada caminho espiritual de alma é único e individual. Portanto, este esquema que estamos oferecendo-lhe, de quatro estágios diferentes, deveria ser entendido, simplesmente, como uma forma de ressaltar alguns pontos críticos do processo. Os esquemas e as classificações são meros instrumentos que tornam visível uma realidade que não pode ser capturada pela mente (a sua parte mental).

Depois que você aceitou as suas feridas internas e curou as partes traumáticas da sua consciência, como descrevemos no capítulo anterior, a sua energia se modifica. Você está se desapegando de um você mais velho. Está criando espaço para um modo de ser e de vivenciar completamente novo. Neste capítulo, gostaríamos de explicar o que acontece energeticamente quando você libera a consciência centrada no ego. O que acontece energeticamente, quando você se move da dominação do ego para a consciência baseada no coração, é que o chakra cardíaco passa a ter precedência sobre a vontade do terceiro chakra.
Os chakras são rodas giratórias de energia, localizadas ao longo de sua coluna vertebral. Estes centros de energia estão todos relacionados com um tema particular da vida. Por exemplo: “espiritualidade” (chakra da coroa), “comunicação” (chakra da garganta) ou “emoções” (chakra do umbigo). Os chakras, até certo ponto, fazem parte da realidade material, já que estão relacionados com lugares específicos do seu corpo. Mas eles não são visíveis aos olhos físicos, portanto poderíamos dizer que eles subsistem entre o espírito e a matéria; eles fazem a ponte entre o vazio. Eles formam o ponto de entrada do espírito (sua consciência da alma), permitindo que ele tome a forma física e crie as coisas que estão acontecendo na sua vida.
O chakra do coração, localizado no centro de seu peito, é a sede da energia do amor e da unidade. O coração leva as energias que unificam e harmonizam. Quando você focaliza a sua atenção neste centro por um tempo, você pode sentir calor ou algo se abrindo. Se você não sentir nada, simplesmente deixe isso de lado e talvez tente em outro momento.
O chakra abaixo do coração é chamado de “plexo solar” e está localizado próximo ao seu estômago. É a sede do desejo. É o centro que focaliza sua energia na realidade física. Portanto, é o chakra que está conectado com questões de criatividade, vitalidade, ambição e poder pessoal.
O ego e a vontade estão intimamente relacionados. A faculdade da vontade permite-lhe colocar o foco em algo, seja interno ou externo. Suas percepções da realidade, tanto de si mesmo quanto dos outros, estão muito influenciadas pelo que você quer, por seus desejos. Seus desejos, freqüentemente, estão misturados com o medo. Muitas vezes você quer alguma coisa porque sente que tem necessidade disso; por trás da sua vontade, existe um sentimento de falta ou de necessidade. Devido ao medo que está presente em muitos dos seus desejos, o plexo solar é freqüentemente dirigido pela energia do ego. O ego se expressa especialmente através do plexo solar.
Através da faculdade da vontade, o ego literalmente pressiona a realidade. A realidade tem que ser forçada para aquilo em que o ego quer que você acredite. O ego trabalha a partir de um conjunto de presunções básicas a respeito de como a realidade funciona, as quais são todas baseadas no medo. Ele lhe apresenta um quadro da realidade altamente seletivo, uma vez que seu modo de ver é prejudicado pelas suas próprias necessidades e medos. Além disto, ele precisa colocar o julgamento em tudo o que observa. Não há lugar para a simples observação das coisas. Tudo precisa ser dividido em categorias, precisa ser rotulado como certo ou errado.
Quando você vive a partir do coração, não existe um conjunto fixo de crenças a partir das quais você interpreta ou dá valor aos fatos. Você já não mais sustenta fortes convicções sobre nada. Você passa a viver mais como um observador. Você adia os julgamentos morais sobre qualquer questão, já que sente que pode não ter compreendido tudo o que existe para compreender sobre a situação. Os julgamentos sempre têm algo de definitivo; mas o coração não está interessado em definições. Ele sempre procura ir mais além daquilo que parece definitivo ou definido. O coração é aberto, explorador e disposto a re-examinar, disposto a perdoar.
Quando você usa o poder da vontade centrado no ego, pode sentir algo pressionando seu chakra do plexo solar. Usar a sua vontade desta forma é um acontecimento energético, do qual você  pode estar consciente, se quiser. Sempre que sentir esta pressão, acompanhada de um forte desejo de que as coisas aconteçam a seu modo, você está tentando moldar a realidade aos seus desejos. Você está tentando impor as suas crenças à realidade.
Quando você age a partir do coração, você segue o fluxo das coisas tal como ele se apresenta; você não está pressionando nem forçando.
Se você trabalha muito duro para obter algo, e falha várias vezes em alcançar as suas metas, por favor questione-se a partir de que chakra, a partir de que centro energético você está atuando. Você também pode entrar em sintonia com o seu coração e perguntar-lhe por que isso não está funcionando ou por que você tem que colocar tanta energia nisso.
Muitas vezes você tenta realizar certas metas, sem ter ido verdadeiramente para dentro de si mesmo e verificado com seu coração se isso realmente lhe serve, no seu caminho interior para a sabedoria e a criatividade. Além disso, mesmo que as suas metas realmente representem seus desejos mais profundos, sentidos a partir do coração, você pode ter expectativas irreais a respeito do período de tempo no qual as coisas irão acontecer. Você pode estar numa linha de tempo que não é a do coração, mas da vontade pessoal.
Existe um ritmo natural para todas as coisas, que não tem, necessariamente, a velocidade que você pensa que é desejável. A realização das suas metas requer que a energia seja modificada. A mudança de energia freqüentemente leva mais tempo do que você espera ou deseja. Na verdade, as mudanças de energia nada mais são do que você mesmo mudando.
Quando você tiver alcançado suas metas, você não será mais você. Você terá se tornado uma versão expandida de seu ser atual, com mais sabedoria, mais amor e mais poder interior. O tempo que leva para conseguir as suas metas é o tempo que leva para mudar a sua consciência, de tal modo que a sua realidade desejada possa entrar na sua realidade atual. Portanto, se você quiser acelerar as coisas, coloque o foco em você, e não tanto na realidade.
Com freqüência, você até precisa liberar as suas metas, para ficar aberto para receber. Isto soa  paradoxal. Mas, de fato, estamos apenas dizendo que você precisa aceitar completamente sua realidade atual, antes que possa avançar para uma nova. Se você não aceita a sua realidade atual, e se agarra às suas metas de uma forma tensa, você não está movendo-se para frente.
Nada deixará a sua realidade, a menos que você a ame. Ama-la é igual a “libertá-la”.
A menos que você abrace a sua realidade atual e aceite-a como criação sua, ela não poderá deixá-lo, porque você está negando uma parte de si mesmo. Você está dizendo “não” àquela parte de você que criou esta realidade para você. Você gostaria de cortar esta parte indesejada de você e seguir em frente.
Mas você não pode criar uma realidade mais amorosa a partir do ódio por si mesmo. Não pode “colocar-se voluntariosamente” dentro de uma nova realidade, empurrando as partes indesejadas para o lado. O poder da vontade não lhe serve nesta situação. O que você precisa é entrar em contato com o seu coração. As energias da compreensão e a aceitação são os verdadeiros blocos da construção de uma realidade nova e mais satisfatória.
Quando você interage com a realidade a partir do coração, você permite que a realidade seja. Não procura modificá-la; você simplesmente e cuidadosamente observa o que ela é.
Quando o coração se torna o administrador do seu ser, o centro da vontade (o plexo solar) segue-o. O ego (ou a faculdade da vontade) não é eliminado, uma vez que ele cumpre naturalmente o papel de traduzir a energia do nível da consciência para o nível da realidade física. Quando esta tradução ou manifestação é guiada pelo coração, a energia da vontade cria e flui sem esforço. Nenhuma pressão ou esforço está envolvida. É neste momento que ocorre a sincronicidade: uma importante coincidência de fatos, que favorecem a realização de suas metas. Parece-lhe milagroso,  quando as coisas trabalham juntas desta forma. Mas, na verdade, isto é o que acontece o tempo todo, quando você cria a partir do coração. A ausência de esforço é a “marca registrada” da criação a partir do coração.

CRIANDO A SUA REALIDADE A PARTIR DO CORAÇÃO
A verdadeira criatividade não está baseada na determinação e numa vontade forte, mas num coração aberto. Estar aberto e receptivo ao novo, ao desconhecido é vital para ser um verdadeiro criador. Então, uma chave para a verdadeira criatividade é a capacidade de não fazer nada: abster-se de fazer, fixar, focalizar. É a habilidade de colocar a sua consciência em um modo puramente receptivo, mas alerta.
É somente através de não saber, de deixar as coisas abertas, que você pode criar um espaço para que algo novo entre em sua realidade.
Isto vai contra aquilo que muita literatura da nova era fala sobre “criar a sua própria realidade”. É verdade que você cria a sua realidade o tempo todo. Sua consciência é criativa, quer você esteja consciente disso ou não. Mas quando você quer criar sua realidade conscientemente, como muitos livros e terapias ensinam, é essencial compreender que a forma mais poderosa de criar não está baseada na vontade (sendo ativo), mas na auto-consciência (sendo receptivo).
Toda mudança no mundo material – por exemplo, na área de trabalho, das relações ou do seu ambiente material – é um reflexo de mudanças no nível interno. É somente quando os processos de transformação interna terminam, que a realidade material pode responder, refletindo essa transformação de volta para você, mudando as circunstâncias em sua vida.
Quando você tenta criar a partir da vontade – por exemplo, focalizando-se ou visualizando suas metas o tempo todo – você ignora a transformação interna, que é o verdadeiro pré-requisito para a mudança. Você está criando de uma maneira artificial, e está destinado a decepcionar-se. Você não está criando a partir da profundidade da sua alma.
A alma fala com você nos momentos de silêncio. Você escuta verdadeiramente a voz dela, quando você não mais sabe. Muitas vezes, a alma fala muito claramente quando você desiste e se dá  por vencido. O que acontece, quando você desiste e se desespera, é que você se abre para o novo. Você libera todas as suas expectativas e torna-se verdadeiramente receptivo ao que é.
O desespero é causado pela opinião forte que você tinha sobre o que deveria acontecer na sua vida. Quando a realidade não corresponde a estas crenças, você se decepciona e até se desespera de alguma forma. No entanto, se você desiste dessas fortes expectativas e se atreve a estar aberto para o novo, você não precisa atingir esse ponto de desespero, antes de entrar em contato com a sua alma outra vez. Você pode ficar quieto, receptivo e aberto ao que ela lhe diz, sem precisar decepcionar-se primeiro.
Enquanto você “sabe exatamente o que quer”, você geralmente está limitando as possibilidades que estão disponíveis energeticamente para você. Esta nova realidade que você está procurando, seja um trabalho, um relacionamento ou melhor saúde, contém muitos elementos que você desconhece. Muitas vezes, você pensa que o que você deseja é algo que você conhece (um bom trabalho, um parceiro amoroso), projetado no futuro. Mas isto não é assim. O que você está fazendo realmente, ao criar uma nova realidade, é ir para fora dos seus próprios limites psicológicos. E você não pode saber agora o que existe além destes limites.
Você pode perceber muito claramente que existe algo muito desejado ali, mas você não precisa limitá-lo, focalizando-o ou visualizando-o. Você pode simplesmente aguardá-lo com um sentimento de abertura e curiosidade.
Realmente, para criar a realidade mais desejável para você, a auto-aceitação é muito mais importante do que focalizar os seus pensamentos ou a sua vontade. Você não pode criar algo que você não é. Você pode recitar mantras milhares de vezes e criar muitas imagens positivas em sua mente, mas enquanto elas não refletirem o que você realmente sente (por exemplo: raiva, depressão, intranqüilidade), elas não criarão nada além de dúvida e confusão (“Estou trabalhando duro, mas nada acontece”).
A auto-aceitação é uma forma de amor. O amor é o maior imã para as mudanças positivas em sua vida. Se você se amar e se aceitar pelo que você é, atrairá circunstâncias e pessoas que refletirão o seu amor próprio. É simples assim.
Sinta sua própria energia, todos os seus sentimentos. Sinta o quanto você é belo e sincero neste momento, em todas as suas lutas e tristezas. Você É lindo, com todas as suas “imperfeições” e “falhas”. E essa é a única conscientização que conta. Abrace aquele que você é, relaxe consigo mesmo; talvez até olhe para os “seus inúmeros defeitos” com senso de humor. A perfeição não é uma opção que você conhece. É apenas uma ilusão. Criar sua realidade a partir do coração é reconhecer a sua Luz, aqui e agora. Ao reconhecê-la, ao se tornar consciente dela, você está semeando uma semente que crescerá e tomará forma no nível físico.
Quando Deus os criou como almas individuais, Ela ,(1) não exerceu sua Vontade. Ela estava simplesmente sendo Ela mesma e, em algum momento, sentiu que existia algo “lá fora” que merecia ser explorado. Ela não sabia exatamente o que era, mas era algo que a fez realmente sentir-se um pouco como se estivesse se apaixonando. E Ela assumiu, sem dificuldade, que Ela merecia experienciar esta nova e convidativa realidade. Ela também estava um pouco apaixonada por Si Mesma.
E então, vocês tomaram forma como almas individuais e Deus começou a experimentar a vida através de vocês. Como tudo isto aconteceu – os detalhes do processo da criação – Deus realmente não se preocupou com isso. Ela simplesmente amou a Si Mesma e ficou aberta à mudança. E estes são, realmente, os únicos elementos requeridos para que vocês criem sua própria e perfeita realidade: amor próprio e disposição para se aventurarem no novo.

ADAPTANDO-SE A VIVER A PARTIR DO CORAÇÃO
Criar a partir do coração é mais poderoso e requer menos esforço do que criar a partir do ego. Você não precisa preocupar-se com detalhes; necessita apenas estar aberto a tudo o que existe, tanto interna como externamente. Com esta abertura, você pode, de vez em quando, sentir um certo puxão. Pode sentir-se atraído para determinadas coisas. Este puxão é, na verdade, o silencioso sussurro de seu coração; é a sua intuição. Quando você age a partir da intuição, você está sendo puxado, em vez de estar impulsionando. Você não age enquanto não sente, no nível interno, que é adequado agir.
Como você está muito acostumado a impulsionar – por exemplo, utilizando a sua vontade para criar as coisas – a mudança energética do ego ao coração é bem desafiadora para você. A mudança requer uma tremenda “desaceleração”. Para realmente entrar em contato com o fluxo da sua intuição, você tem que fazer um esforço consciente para “não fazer”, para deixar que tudo seja. Isto se opõe a muito daquilo que lhe ensinaram e a que você está acostumado. Você está muito mais habituado a basear as suas ações nos pensamentos e na força de vontade. Você deixa que os seus pensamentos determinem as suas metas e usa a sua vontade para realizá-las. Isto é totalmente o oposto da criação a partir do coração.
Quando você vive a partir do coração, você escuta o seu coração e depois age de acordo com ele. Você não pensa; você escuta, com uma consciência alerta e aberta, o que o seu coração lhe diz. O coração fala através dos seus sentimentos, não através da sua mente. A voz de seu coração pode ser ouvida melhor, quando você se sente tranqüilo, relaxado e assentado.
O coração mostra-lhe o caminho para a realidade mais amorosa e alegre para você neste momento. Seus sussurros e sugestões não estão baseados no pensamento racional. Você pode reconhecer a voz do coração por sua delicadeza e pelo toque de alegria existente nela. A delicadeza existe porque o coração não impõe; não existem condições vinculadas às suas sugestões. Seu “eu- coração” não está amarrado às suas decisões e ele o ama, faça você o que fizer.
Viver a partir do coração não significa que você se torna passivo ou letárgico. Deixar que as coisas sejam, sem rotulá-las de certas ou erradas, sem empurrá-las para um lado ao invés de para o outro, requer muita força. É a força de estar totalmente presente, de enfrentar tudo o que existe e apenas observar. Você pode sentir-se vazio, ou deprimido, ou nervoso, mas não procura afastar estas coisas. Tudo o que você faz é envolvê-las com a sua consciência.
Você não compreende o verdadeiro poder da sua consciência. A sua consciência é feita de Luz. Quando você sustenta algo na sua consciência, há uma mudança por causa disso. Sua consciência é uma força curadora, se você não a limita com seu pensamento e seu vício de “fazer”.
Sua vida está ocupada pela ditadura da mente e da  vontade, a primazia do pensar e do fazer. Observe que tanto a mente quanto a vontade trabalham com regras gerais. Existem regras gerais de pensamento lógico: são as regras da lógica. Existem estratégias gerais para transformar o pensamento em matéria; são as regras de “administração do projeto”. Mas são todos princípios gerais. As linhas gerais e as regras gerais sempre têm um componente mecânico. Elas são aplicáveis a todos ou à maioria dos casos individuais, senão seriam de pouca utilidade.
Agora, a intuição trabalha de maneira muito diferente. A intuição ajusta-se sempre a uma pessoa, em um momento particular. É altamente individualista. Portanto, não pode estar sujeita a uma análise racional ou a regras gerais. Portanto, viver e agir de acordo com a sua intuição exige um elevado nível de confiança, porque suas escolhas são baseadas somente no que você sente que é correto, e não naquilo que as regras de outras pessoas dizem que é correto.
Assim, viver a partir do coração não só exige que você libere o hábito de usar excessivamente sua mente e o poder de sua vontade, mas também o desafia a verdadeiramente confiar em si mesmo.
Levará algum tempo para você aprender a escutar o seu coração, a confiar nas suas mensagens e agir de acordo com elas. Mas quanto mais você fizer isso, mais vai entender que é somente entregando suas preocupações e dúvidas à sabedoria de seu próprio coração, que você vai encontrar a paz interior. 
Quando você seguir por este caminho e entrar no terceiro estágio da transformação do ego para coração, você encontrará a paz interior pela primeira vez. Você perceberá que a ânsia de controlar a realidade através do pensamento e da vontade é que o deixa inquieto e ansioso.
Quando você libera o controle, você permite que a magia da vida se desenvolva. Tudo o que você precisa fazer é escutar – estar alerta ao que está acontecendo em sua vida, aos sentimentos que você tem em relação a outras pessoas, aos sonhos e desejos que você tem. Quando você está alerta ao que está acontecendo dentro de você, a realidade lhe provê de toda a informação que você precisa para agir adequadamente.
Por exemplo, você pode estar consciente de um desejo em seu coração por uma relação amorosa, na qual você se comunica verdadeiramente com o outro. Se você simplesmente perceber e aceitar este desejo, sem procurar fazer algo a respeito dele, você ficará assombrado com a forma pela qual o Universo responderá a isso. Sem forçar nenhuma conclusão, apenas sustentando o desejo na Luz da sua consciência, o seu chamado será escutado e respondido.
Pode levar mais tempo do que você espera, porque existem mudanças energéticas que precisam ocorrer antes que certos desejos possam ser satisfeitos. Mas você é o mestre, o criador da sua realidade energética. Se você criá-la a partir do medo, a realidade responderá de acordo com ele. Se você criá-la com confiança e entrega, você receberá tudo o que deseja e mais.

(1)N.T:- Ao ser questionada sobre o tratamento de Deus no feminino, neste parágrafo e no próximo, Pamela responde: “Eu me refiro a Deus, tanto como ‘Ele’ quanto como ‘Ela’, simplesmente para chamar a atenção para o fato de que Deus é ambos – masculino e feminino.”.

© Pamela Kribbe           
Tradução para o português: Vera Corrêa.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...